Wilker Barreto garante análise de contas de gestores da Prefeitura de forma técnica

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Ver. Wilker Barreto

O presidente da Câmara Municipal de Manaus (CMM), vereador Wilker Barreto (PHS) assegurou, nesta terça-feira (11), da tribuna, que o Poder Legislativo Municipal vai analisar as contas dos ex-prefeitos de Manaus de forma técnica e responsável.

“Cumpro meu papel em colocar as mesmas em discussão, mas ressalto que às discussões não podem ser de mérito. Não podemos votar porque não gosto do político A e tenho divergência com o B e porque meu partido não marcha com partido C. Estamos falando de julgar contas de pessoas públicas, e essa Casa tem essa responsabilidade”, assegurou.

Barreto pediu, inclusive, ao presidente da Comissão de Constituição, Justiça e Redação (CCJR), vereador Joelson Silva (PSC) para que aprecie as prestações de contas para que não seja cerceado o direito dos vereadores exercerem na plenitude os seus mandatos.

No balanço de sua atuação à frente da Presidência, Wilker Barreto pautou, além da deliberação da análise das contas dos ex-prefeitos da cidade e do atual, Arthur Virgílio Neto (PSDB), o Programa de Aposentadoria Voluntária Incentivada (Pavi) — Projeto de Lei (PL) nº 091/2017, da Mesa Diretora, deliberado segunda-feira (10) no Plenário, e o Plano de Cargos e Carreira dos Servidores (PCCS), que deverá ser aprovado até abril do próximo ano.

Wilker Barreto analisou sua atuação como parlamentar e disse que se considera um político aguerrido, um dos vereadores que mais usou à tribuna em seus mandatos, que foi líder de dois governos e está em segundo mandato de presidente da Câmara. “O que mais procuro é respeitar o direito dos vereadores de legislar em plenitude. A oposição foi uma das grandes responsáveis pela minha recondução a esse poder”, considerou.

O vereador reafirmou que vai conduzir com a mesma metodologia, suas decisões na Presidência, sempre junto com o Colegiado de Líderes, e compartilhando com os vereadores todas as decisões legislativas e administrativas. “Temos inúmeras conquistas e pleitos feitos ao longo desses anos. O Pavi não é para a minha gestão, porque vou usar o período do meu biênio para assumir os compromissos assumidos em lei. Porque estamos colocando aqui um Projeto de Lei. Portanto a iniciativa não é do Wilker Barreto, porque trago para chancelarem e dar o direito histórico àqueles que estão hoje trabalhando com sacrifício, já com direito a se aposentar, a gozar do descanso para outras atividades”, disse. E acrescentou “o que quero deixar para o próximo presidente e para a Casa é um parlamento economicamente enxuto dentro do que preconiza todos os itens, sem exceção”.

Barreto declarou, ainda, que todas as ações e decisões da Casa são compartilhadas com todos os parlamentares de forma transparente e democrática, respeitando a opinião de cada vereador e a decisão da maioria. “Esta é a marca da minha gestão”, frisou Barreto.

Roberto Brasil