Wilker Barreto afirma que proposta de Reforma Administrativa da Prefeitura não tem cunho eleitoral

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Ver. Wilker Barreto

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O presidente da Câmara Municipal de Manaus (CMM), vereador Wilker Barreto (PHS) afirmou, na manhã desta segunda-feira (13), que as discussões em torno da reforma administrativa do Executivo Municipal, em especial, à questão da incorporação do Serviço de Assistência à Saúde dos Servidores Públicos do Município de Manaus (Manausmed) à Secretaria Municipal de Administração (Semad), não tem cunho eleitoral.

“Não estamos pedindo voto para o prefeito e nem para seus adversários. O tema não é político, mas sim técnico. O que se tenta implantar no momento é uma postura equivocada e errônea em relação a essa questão da Manausmed”, disse Wilker, ao ocupar a tribuna, durante o Pequeno Expediente da sessão plenária, ao ressaltar que a Casa está aberta ao bom debate ordeiro e as questões políticas devem ser deixadas nas urnas.

Para tanto, o chefe do Legislativo Municipal designou o vereador Professor Bibiano (PT), o líder do governo na Casa, vereador Elias Emanuel (PSB) e o presidente da Comissão de Saúde, Gilmar Nascimento (PDT) para ouvir as propostas dos representantes dos servidores municipais.

Na avaliação de Wilker, a questão é deixar a Manausmed vinculada à Secretaria Municipal de Administração (Semad) ou o órgão com status de secretaria. “O que a Câmara está fazendo é discutir com a sociedade e as classes representativas, mas é preciso separar as questões partidárias e discutir as políticas públicas”, destacou o parlamentar.

Wilker explicou ainda, que na estrutura da Lei Orgânica do Município de Manaus (Loman) já consta a Manausmed vinculada à Semad, e que a dúvida levantada foi a do engessamento da Manausmed e do seu sistema vinculado à Secretaria Municipal de Saúde (Semsa). “Isso é uma dúvida preocupante, mas segundo os conhecedores da área, mesmo o órgão sendo subordinado à Semad, não terá o seu recurso reduzido”, afirmou o parlamentar, informando que a saúde financeira da Manausmed é custeada em 50% pelo servidor e 50% pelo Município.

Roberto Brasil