Chico Preto quer garantir atendimento de média complexidade no interior

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Dep. Chico Preto

Dep. Chico Preto

O candidato ao governo do Amazonas pelo Partido da Mobilização Nacional (PMN), Chico Preto, quer garantir atendimento médico de média complexidade nas principais cidades de cada calha de rios no Amazonas; e investir na saúde focada na carreira pública de médicos e técnicos na capital e interior, garantindo melhores condições de trabalho à categoria a partir da revisão dos contratos de prestação de serviços na saúde pública do Estado.O candidato acredita que com os R$ 2,6 bilhões do orçamento anual do Estado para a saúde, o Amazonas já poderia ter avançado na questão do atendimento e nas condições de trabalho de médicos e técnicos, fato não ocorrido devido o desperdício em função das decisões administrativas tomadas nos últimos anos, que levaram a um gasto excessivo de recursos além do que poderia ser gasto para obter o mesmo resultado.

“Com R$ 2,6 bilhões eu penso que a saúde pública no Amazonas poderia ser outra do que a que nós temos hoje, uma saúde em que as pessoas precisam viajar grandes distâncias para conseguir atendimentos e cirurgias, isso tem que acabar”, disse o candidato ao governo Chico Preto sobre suas propostas de governo para o Amazonas.

Para Chico, as cooperativas dentro do serviço público de emergência estão consolidadas, mas alerta a presença das OSCIPs (Organizações de Sociedade Civil de Interesse Público), figuras jurídicas que surgiram nos últimos anos na prestação de serviços terceirizados para a saúde pública e têm consumido recursos em demasia no Amazonas e precisa ser redimensionada.

“Nós vamos redimensionar principalmente questões relacionadas a contratação de empresas dentro do serviço  público para que nós possamos verdadeiramente implantar a carreira médica e garantir a presença de especialistas no interior”, diz Chico Preto.

Chico defende também a realização de concurso público e a equiparação de salários conforme a pauta de reivindicações dos médicos pela fixação de um piso nacional proposto pelo projeto de lei 2750/11 que institui o valor de R$ 10.412 mil para uma carga seminal de 20 horas de trabalho, em caso de aprovação o salário será corrigido anualmente de acordo com o índice Nacional de Preços ao Consumidor. Hoje, o piso é R$ 1,3 mil mensais, por 20h, e junto com gratificações esse valor chega a R$ 5 mil.

Roberto Brasil