UEA assina parceria para criação de polos científicos no Amazonas

By -

melouea4“Este é um desafio futuro para a UEA, universalizar o conhecimento”, explica o vice-governador José Melo

A Universidade do Estado do Amazonas (UEA) assinou, nesta segunda-feira (17), um convênio com a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), cujo objetivo, além da troca de conhecimento entre pesquisadores das duas instituições, é criar polos científicos, que agreguem capital humano e tecnológico no Estado.

melouea3

A assinatura do convênio contou com a presença do vice-governador José Melo, dos reitores da UEA, Cleinaldo Costa, e da UFRJ, Carlos Antônio Levi da Conceição, além dos titulares da Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Inovação (SECTI), Odenildo Sena, e da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam), Maria Olívia Simão.

 

melouea2

Melo explicou que a ideia é abrir espaço na Cidade Universitária para instituições de pesquisas científicas de várias partes do país, elevando o nível das pesquisas para transformá-las em produtos e projetos. Ele lembrou que esta não foi a primeira vez que uma parceria foi firmada entre o Estado e as instituições de pesquisas tecnológicas, uma vez que ainda no ano passado, 22 instituições de ensino superior brasileiras, como a Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) e o Instituto Tecnológico da Aeronáutica (ITA), demonstraram forte interesse no intercâmbio de capacitação.

 

melouea1

“Por meio da Fapeam, investimos R$ 483 mil na formação de doutores da área de tecnologia da informação no Amazonas no ano passado. Queremos ampliar esses investimentos a partir da criação de uma rede de instituições que ajudem nessa formação continuada de doutores e especialistas, gerando pesquisa e capital humano para o Estado”, explicou.
O convênio com a UFRJ terá duração de cinco anos e poderá ser renovado pelo tempo que interessar a ambas as instituições. “Este é um desafio futuro para a UEA, universalizar o conhecimento. A Cidade Universitária será uma realidade dentro de alguns meses e precisamos ter a certeza de que ela será um centro de atração de conhecimento científico no meio da floresta. Vivemos numa região rica, mas que precisa ser melhor explorada. Hoje, demos mais um passo rumo a esta meta” observou o vice-governador.

Redação