Teatro Luiz Cabral recebe temporada de ‘Balada de um palhaço’

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A descentralização da cultura dos eixos de Manaus e a ocupação de um espaço público e cultural estimula a temporada da peça ‘Balada de um palhaço’, que inicia neste sábado (12) e vai até o dia 09 de janeiro de 2016, sempre aos sábados, às 19h, no Teatro Luiz Cabral, localizado no Shopping Grande Circular (Zona Leste). O acesso à montagem tem preço popular: R$ 10 (meia- entrada). O espetáculo teatral tem o apoio do Governo do Amazonas/Secretaria de Estado da Cultura.

Iniciativa dos artistas amazonenses Gerson Albano, Michel Guerrero e Fred Lima, ‘Balada de um palhaço’, escrita pelo dramaturgo Plínio Marcos, teve somente duas apresentações em Manaus; uma na estreia, no Teatro Manauara, em agosto; e outra, no Espaço das Cias, no mês de outubro.

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“A programação cultural de Manaus continua a todo o vapor, mesmo após o período natalino, com muitos espetáculos de qualidade para a população em pontos diferenciados da cidade. E o Teatro Luiz Cabral é intimista e de fácil acesso para os moradores da zona leste”, afirmou o secretário de Estado de Cultura, Robério Braga.

Foto 4 Balada

Para o ator Michel Guerrero, esta temporada na zona leste de Manaus tem um valor inestimável. “Precisamos levar o teatro onde as pessoas estão. Queremos ampliar o debate que a peça propõe em todos os cantos de Manaus. O Teatro Luiz Cabral, da Secretaria de Cultura, nos parece um ótimo começo para isso, pois a zona leste é muito interessada nas artes cênicas e esse teatro já arrebatou um ótimo público, em diversos momentos de seu funcionamento”, revelou o artista.

 

BALADA DE UM PALHAÇO

O espetáculo propõe levar à cena a guerra de ideologias entre duas personagens representantes de uma mesma categoria artística: o circo. Bobo Plin (Michel Guerrero), palhaço cansado por trabalhar sem motivação, artista reprimido pelo sistema, pela sua condição, decide repensar tudo ao enfrentar seu chefe, Menelão (Fred Lima), o palhaço opressor, mercenário e operador de entretenimento cultural.

Nessa crise, Bobo Plin pretende encontrar o verdadeiro significado de sua alma, como artista e ser humano. Com isso, um jogo de interesses é estabelecido e o sarcástico Menelão faz com que Bobo Plin tome uma decisão que dará outros rumos às vidas de ambos.

Na ficha técnica do espetáculo estão Gerson Albano (Direção e Pesquisa de sonoplastia); Chico Cardoso (Iluminação); Sinézio Rolim (Maquiagem); Dione Maciel (Montagem e confecção de figurinos); Anderson Chagas (Operação de sonoplastia); Sérgio Cardoso (fotos) e Fred Lima e Michel Guerrero (Elenco e produção executiva).

 

Mario Dantas