Reordenamento na saúde vai tornar atendimento menos oneroso e mais eficiente, afirmam secretários de governo

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Serviços estão ameaçados por cortes no orçamento da saúde

Governo pretende fazer um economia de R$300 milhões com o reordenamento na saúde.

A equipe de secretários escalada pelo governo do amazonas para esclarecer a população amazonense sobre as mudanças na área de saúde e debatê-las com a sociedade, garante que o reordenamento das unidades da rede estadual na capital não vai comprometer o atendimento, mas torná-lo menos oneroso e mais eficiente.

O secretário estadual de saúde, pedro Elias, disse que, o objetivo é levar as informações à comunidade, ao parlamento, aos órgãos de fiscalização e controle e a várias outras instâncias, esclarecendo como serão efetivadas as medidas anunciadas pelo governo do estado e abrindo para o debate com a sociedade.

 

Nesta segunda-feira, dia 31, o secretário esteve reunido com o conselho estadual de saúde, enquanto os secretários de administração, Evandro Melo, de planejamento,Thomaz Nogueira, de fazenda, Afonso Lobo, e o secretário adjunto de atenção especializada da capital, Wagner de Souza, foram à Assembleia Legislativa do Amazonas (Ale-am) apresentar as medidas a um grupo de deputados estaduais da base governista, liderados pelo líder do governo David Almeida.

Secretário de saúde Pedro Elias de Souza

Secretário de saúde Pedro Elias de Souza / Foto: Áida Fernandes

Ainda na segunda-feira, dia 30, pela manhã, junto com o secretário municipal de saúde, Homero de Miranda Leão, Pedro Elias reuniu-se com membros do Ministério Público Estadual (MPE) e Federal (MPF) e, à tarde, esteve à frente dos debates na Câmara Municipal de Manaus (CMM), ao lado dos demais secretários escalados para a missão.

 

Com os debates, o governo pretende mostrar que a economia de cerca de r$ 300 milhões prevista com o reordenamento da saúde visa preservar os serviços de média e alta complexidade, de responsabilidade do estado, como os hospitais, os prontos socorros infantis e adultos e as fundações de saúde, que não sofrerão alteração.

 

Áida Fernandes