Projeto da Oi vai aumentar capacidade de transmissão para clientes do Amazonas, Pará, Roraima e Amapá

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A primeira fase será concluída no 2º semestre de 2015

A primeira fase será concluída no 2º semestre de 2015

A Oi iniciou em Manaus o Projeto Linhão, para ampliar a capacidade atual de sua rede para transmissão de voz e dados. Com esse novo projeto, que começou a ser implantado no fim de 2014, a Oi quer atender pelos próximos anos o crescimento da demanda por serviços de telecomunicações, principalmente pelo uso crescente de dados, não só no Amazonas, mas também nos estados vizinhos Amapá, Pará e Roraima. 

Esta inovação em sua redes será feita em duas fases, incluindo inicialmente a instalação da tecnologia PTN (Packet Transmission Network), que possibilitará, além de maiores velocidades, qualidade no atendimento e maior disponibilidade para ampliar serviços de voz e banda larga conforme a demanda do mercado local. A primeira fase será concluída no 2º. semestre de 2015.

Até o primeiro semestre de 2016, a tecnologia OTN/DWDM (Dense Wavelength Division Multiplexing) será implantada num percurso de fibra ótica que abrange aproximadamente 2.400 quilômetros percorrendo os estados do Amazonas, do Amapá e do Pará. Com essa modificação, a companhia consolidará uma rede de alta capacidade, podendo chegar a 3Tbits de tráfego nos serviços de voz, dados e internet banda larga, com alta resiliencia e beneficiando os clientes do Amazonas, Roraima, Pará e Amapá.

Em breve, o projeto também vai beneficiar por fibra terrestre onze cidades em três estados que hoje utilizam serviços da Oi via satélite: Itapiranga e São Sebastião do Uatumã, no Amazonas; Terra Santa, Alenquer, Santarém, Vitória do Xingu, Anapu, Pacajá, Tucuruí e Altamira, no Pará;  Laranjal do Jari , no Amapá.

Na região Norte, a Oi tem destinado a maior parte de seus recursos para expansão da sua rede de telefonia móvel e banda larga para aprimorar a qualidade dos serviços oferecidos aos clientes. No primeiro trimestre de 2015, a companhia investiu cerca de R$ 32 milhões nos quatro estados.

Roberto Brasil