Presidente da Associação de Moradores do Dom Pedro se defende de acusações

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Segundo Ehud Santos, o que está acontecendo é um conflito de interesses

Segundo Ehud Santos, o que está acontecendo é um conflito de interesses

Da Redação – O BLOG DA FLORESTA recebeu em sua redação nesta quarta-feira (01), a visita do senhor Ehud Emanuel Abensur Santos, presidente da Associação de Moradores do Conjunto Habitacional Dom Pedro I. Ele veio falar a respeito da matéria publicada no dia 26 de junho sobre sua renuncia ao cargo, entre outros assunto relativos.

Segundo Ehud Emanuel, o que está acontecendo é um conflito de interesses. No caso dele há um interesse comunitário e a pessoa que estaria criando todo esse conflito, no caso a senhora Ruth Carvalho, é alguém leiga e que desconhece os rigores da lei. Ehud explica que existe um contrato de comodato entre a Associação do Dom Pedro e a Confraria do Reis há cerca de 13 anos. Sendo assim, esse contrato é uma relação jurídica contendo cláusulas jurídicas que precisam ser respeitdas. “Infelizmente essa senhora queria que eu não cumprisse com essas cláusulas, mexendo no único dia disponível à Confraria, ou seja, o sábado. Afirmei que por força contratual não poderia mexer nesse dia. Deste então, ela inconformada, começou uma verdadeira guerra contra mim”, disse.

Em resposta à acusação dele fazer coisas sem consultar a comunidade, ele afirma que para estar a frente da presidência do conjunto há cerca de 12 anos é porque os diretores e a comunidade do Dom Pedro confiam em seu trabalho, assim como ela nesse período também, mas só passou a criticá-lo depois que revoltou-se contra ele.

Ehud_Santos_blogdafloresta_2Quanto a sua renuncia e volta ao cargo, ele diz não ter feito nada de ilícito. “Quando eu renunciei – que é uma declaração de vontade – não houve registro em nossa ata. A nossa ata principal que nos elegeu ainda não foi registrada. Para fazer o registro da denúncia deveria haver registro de ata e registro da renúncia. Por uma grande comoção da comunidade e pedidos particulares de meus diretores, eu repensei minha posição e fiz um documento declarando que a pedido deles estaria retornando, mas que tivessem anuência na reunião administrativa que ocorreu no dia 24 [junho]. Isso porque faço um curso para exame da ordem [direito] à noite e não podia me fazer presente naquela reunião. Eles se encarregaram de levar para lá o documento. Desde aí então explodiu essa grande guerra”, fez questão de frisar.

Em função desse episódio, dona Ruth Carvalho começou a lhe imputar ilícitos dizendo que ele aluga, fica com o dinheiro e não presta contas. “Para falar essas coisas, a pessoa precisa ter provas matériais e ela não tem. Logo, ela não tendo provas, as suas alegações são inconsistentes e infundadas. O objetivo é tentar denegrir, só que isso apenas prejudica a comunidade e só afasta cada vez mais”, finaliza. (Roberto Brasil)

Roberto Brasil