Prefeitura promove Feira do Artesanato nas galerias Remédios e Espírito Santo

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33 artesãos foram selecionados pela Semtef

33 artesãos foram selecionados pela Semtef

Começa nesta segunda-feira, 25, às 10h, nas galerias Espírito Santo (rua 24 de Maio, Centro) e Remédios (rua Miranda Leão, Centro), a primeira edição da Feira do Artesanato de Manaus (FAM). Nos locais, 33 artesãos selecionados pela Secretaria Municipal do Trabalho, Empreendedorismo, Abastecimento, Feiras e Mercados (Semtef), vão comercializar até sábado, 30, mais de 350 produtos, como toalhas, vestuário e brinquedos a preços populares.

A exposição é organizada pelo Departamento de Economia Solidária da Semtef e a feira faz parte do projeto de revitalização do Centro, o Viva Centro Galerias Populares , contando com o apoio da subsecretaria do Centro Histórico (Semch), Secretaria Municipal de Comunicação Social (Semcom) e do Sindicato dos Vendedores Ambulantes de Manaus (Sinvam).

A FAM abre o calendário anual de exposição de produtos confeccionados por um grupo de 54 artesões cadastrados e que recebem apoio técnico da Prefeitura de Manaus, por intermédio da Semtef. Além das duas galerias populares, a previsão do município é de promover a Feira do Artesanato em diversos bairros locais de grande concentração de público, como o Complexo Turístico Ponta Negra, até o final do ano.

O secretário da Semtef, David Valente Reis, informou que além do calendário de exposição, a prefeitura lançou este ano a segunda edição da Revista do Artesanato, com a distribuição gratuita em hotéis, bares, restaurantes, portos e aeroportos, para que os artesões tenham seus trabalhos divulgados com mais intensidade.

“Estamos iniciando esse trabalho direcionado aos consumidores desses produtos, seja turista ou não, e vamos intensificá-lo por conta dos jogos Olímpicos do ano que vem”, disse.

O subsecretário do Centro Histórico, Glauco Francesco, disse que a FAM é uma forma não só de ajudar a consolidar as galerias como os locais de compras no centro de Manaus, mas também de abrir espaço para que os artesãos exponham seus produtos, fomentem suas vendas e atraíam o público em geral, em especial aquele turista que busca um artigo regional para levar para o seu local de origem.

Roberto Brasil