Praciano é contra à privatização do setor elétrico

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Francisaco Praciano, o presidente do Sindicato dos Urbanitários do Amazonas Edney Martins e o seu vice, Hirton Albuquerque.

Francisco Praciano, o presidente do Sindicato dos Urbanitários do Amazonas Edney Martins e o seu vice, Hirton Albuquerque.

O deputado Francisco Praciano (PT/AM) participou ontem (25) do lançamento da Frente Parlamentar em Defesa das Empresas distribuidoras de Energia da Eletrobrás, juntamente com dirigentes sindicais do setor elétrico e parlamentares dos estados do Amazonas, Roraima, Rondônia, Acre, Piauí e Alagoas. No lançamento da frente, Praciano reafirmou o seu compromisso, inclusive ideológico, contra a privatização do setor elétrico brasileiro.
Em sua intervenção, Praciano relembrou que a política de privatização iniciada na década de 90 do século XX, tinha como foco diminuir a ação do estado em setores essenciais, como água, telefonia, energia, etc, o que trouxe como consequência, principalmente em relação à distribuição de água, na precarização e encarecimento dos serviços.

Para Praciano, serviços essenciais não podem ser privatizados, pois a melhoria e a expansão desses serviços só ocorrem em áreas em que existe retorno financeiro, ficando a população mais pobre a mercê da ganância das empresas. Segundo Praciano, quando o serviço é estatal, os investimentos tem conotação social. Quando privado, os investimentos no setor são repassados para o consumidor, que paga uma conta alta por um serviço de má qualidade.
Na opinião de Praciano, somente com mobilização popular, com o povo sabendo que o setor elétrico vem ao longo dos anos sendo sucateado, por isso oferecendo um péssimo serviço, é que se pode barrar a intenção de alguns setores governamentais de privatizar o setor elétrico brasileiro

Redação