Polícia Civil prende suspeita de participar de assassinato de maquiador em Manaus

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(Foto: PC/Divulgação)

Uma mulher identificada como Jessica Alves Alho, de 24 anos, foi presa na tarde deste sábado (9), em Manaus, pela Polícia Civil do Amazonas, como suspeita de participar do assassinato do cabeleireiro e maquiador João Felipe de Oliveira Martins, 22, morto a tiros dentro do salão de beleza onde trabalhava, no dia 30 de agosto deste ano, há exatamente dez dias. A Polícia Civil confirmou que ela é a mesma mulher que aparece nas imagens das câmeras de segurança do salão no dia do crime.

A mulher foi presa por volta das 13h30 em um quarto isolado situado nos fundos de uma casa no bairro Amazonino Mendes, na Zona Norte da capital. O delegado Juan Valério, titular da Delegacia Especializada em Homicídios e Sequestros (DEHS), coordenou a prisão. Segundo ele, Jessica não resistiu à prisão. “Ela estava no quarto dela escondida e sozinha. Não saía. Havia pintado o cabelo de loiro e só andava de boné”, disse. Ao final, a mulher foi levada para a sede da DEHS para prestar depoimento.

A assessoria de imprensa da Polícia Civil divulgou que mais informações sobre a prisão dela serão repassadas em coletiva de imprensa na segunda-feira (25). Entretanto, durante conversa rápida com a imprensa na sede da delegacia o delegado Juan Valério acrescentou que os trabalhos estão adiantados e que a linha de investigação tomada por eles vem se confirmando através dos fatos. “Já havíamos feito outras incursões atrás dela (Jéssica) e fomos coletando as informações até chegarmos a ela”, declarou.

Em reportagem publicada hoje pelo Portal A Crítica, o delegado-geral adjunto da Polícia Civil, Ivo Martins, confirmou que o assassinato de João Felipe foi um crime encomendado, que já se sabe da motivação do assassinato e que quatro suspeitos já foram identificados: três executores e um mandante. Sobre o atirador que efetua os disparos fatais na vítima, Martins também deu detalhes. “O que sabemos é que ele mora na Zona Leste e já possui passagem pela polícia. É só isso que eu posso falar até o momento”, disse.

Conforme o delegado Ivo Martins, o terceiro executor do crime é a pessoa que auxiliou na fuga, alguém que esperava em um veículo do lado de fora do salão de beleza. O delegado-geral adjunto também confirmou que os trabalhos de investigação estavam adiantados, mas que não podia revelar nada para não atrapalhar.

Por PORTAL A CRÍTICA

Roberto Brasil