Para garantir a participação da mulher deve se reformar a legislação

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Dep. Conceição Sampaio

Dep. Conceição Sampaio

Da Redação – Na analise da deputada Conceição Sampaio (PP) para garantir a participação da mulher na política, a legislação deve ser reformada.

Cada ano que acontece um processo eleitoral como agora com a eleição estadual alguns pontos da reforma vão acontecendo, há mini reformas, mas isto não garante a efetiva participação da mulher nem as mesmas condições que o homem. Embora tenhamos um 70% de homens e apenas um 30% de mulheres exigidas para alcançar e que partido não fique inviabilizado ainda é difícil dizer que isto é o cenário ideal para a real participação da mulher na política, explicou a deputada Sampaio.

A mulher gosta da política

A paridade de 50% e 50% é importante, é uma luta com seus pares, os candidatos que estão sendo apresentadas para apreciação do eleitorado, estas candidaturas têm que ser viabilizadas e não somente emprestar seu nome, ¨queremos que essa pessoa independentemente do seu gênero seja completa, com liderança com propostas e possamos ver na rua¨ , salientou a parlamentar.

É importante lembrar que são 82 anos do voto feminino, pois no 24 de fevereiro de 1932 a mulher no Brasil vota e pode ser votada, eram tempos duros quando a mulher tinha que ter autorização do marido para isto” disse a deputada e explicou que resulta difícil competir nas eleições sem ter os recursos necessários para que seu nome seja conhecido, a legislação deve garantir condições mais justa para a campanha.

De acordo com a parlamentar a mulher cumpre triple jornada de trabalho, é mãe, mulher, esposa e a legislação deveriam ter uma apreciação mais justa no sentido de salientar seu papel na sociedade e o estado por sua vez garantir as condições para ela se eleger na política.

Renovação da democracia

“Democracia se faz com a participação de mulheres no parlamento”, frisou a deputada estadual Conceição Sampaio (PP), que preside a Comissão da Mulher, das Famílias e do Idoso na Aleam se referindo à renovação da democracia e disse “Queremos paridade nas candidaturas. Mas queremos ir além de cotas. Queremos financiamento público de campanha. Democracia se faz com a participação de mulheres no parlamento”.

Reconheceu também a participação dos movimentos de mulheres, que lutam para assegurar direitos, a exemplo do enfrentamento à violência sofrida pelas mulheres, bem como da sociedade que tem cobrado pela diminuição dessa violência contra mães e filhas. (Mercedes Guzmán – Foto Áida Fernandes)

Redação