O IMPEACHMENT NO REINO DA JARARACA

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Ademir-RamosNesta terra de Vera Cruz, o pecador não tem razão nenhuma de permanecer no vicio, pode a qualquer momento recorrer à confissão reduzindo em até 2/3 (dois terços) a pena privativa de liberdade, obtendo desta forma o perdão judicial em diálogo com a Justiça nos termos da Lei de “colaboração ou delação premiada” para desvendar a corrupção ativa e passiva como prática política dos governantes no reino da Jararaca. A humilhação, o degredo e o xingamento público tem sido a cruz desses larápios que além de trair a confiança do povo se beneficiaram também do desviou dos recursos públicos enriquecendo da noite para o dia, dando mostra de ostentação e cinismo frente à perversa desigualdade social que assola o Brasil com extrema pobreza. O cenário deste governo Petista capitaneado pelos agentes da Jararaca Lulista está comparado com os Banquetes romanos, onde os mandatários comportavam-se como verdadeiros famintos do poder, satisfazendo seus apetites e prazeres com o aparelhamento do Estado, manipulando os meios necessários para promover o crime de responsabilidade que correspondem às infrações político-administrativas cometidas no desempenho do mandato. A tipificação do crime de responsabilidade está lavrada em nossa Carta Magna, em seu art. 85, nos seguintes termos: São atos que atentam contra a Constituição e, especialmente, contra a existência da União, o livre exercício dos Poderes do Estado, a segurança interna do País, a probidade da Administração, a lei orçamentária, o exercício dos direitos políticos, individuais e sociais e o cumprimento das leis e das decisões judiciais. Pesa contra o governo petista da presidente Dilma Rousseff a improbidade administrativa, que popularmente passou a ser chamada de “pedaladas fiscais”, matéria esta analisada pelo Tribunal de Contas da União como verdadeira maracutaia contábil para justificar os balancetes de governo da Jararaca. Satisfeito os apetites vorazes do poder restava somente aos petistas corruptos manter o povo sob controle, oferecendo as migalhas e os restos do Banquete em forma de Programas Sociais focado aos excluídos e desvalidos, criando nesta gente o sentimento de servidão junto ao mandatário petista, fenômeno este que se traduz no personalismo de Lula amparado nas organizações criminosas aqui representadas pelos Partidos Políticos que dão sustentação ao Reino da Jararaca.

O VENENO ÁCIDO DA JARARACA: Todos sabem que o veneno desta víbora é mortífero. Mas, todos sabem também que o antídoto é uma conquista do homem que por meio da cultura domina a natureza numa perspectiva da vida assentada na racionalidade sustentável de um meio ambiente ecologicamente equilibrado em respeito ao processo civilizatório mediado pela Política na Forma do Governo Democrático ajustado a ciência do Direito e a vontade popular. Desta feita, a Democracia como cultura política fundamenta-se na inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade regida pela força do tratado Constitucional que rege o presente e o futuro da Nação brasileira. O Lula assim como qualquer homem é um animal político que se qualifica pelo desenvolvimento das culturas sob a orientação do regramento de nossa Carta Maior, enquanto político exerceu o mandato de Deputado Federal e, sobretudo, foi eleito por duas vezes Presidente da República, o que é na verdade o maior reconhecimento prestado pelo povo a uma liderança política nacional. A biografia de Luiz Inácio Lula da Silva é sem dúvida uma das mais admiráveis dos últimos anos. No entanto do mesmo modo que foi exaltado por lideranças democráticas presentes no Fórum das Nações pode também ser condenado por agir sob os impulsos antissociais, culturais e políticos afrontando a Norma Geral da Nação e por consequência os Poderes Constituídos juntamente com as demais instituições pilares da Ordem Democrática Republicana. Em cólera, o ex-presidente Lula que já foi o Príncipe do Estado brasileiro, agora sem mandato e completamente possesso de ódio se auto identifica com a Jararaca, um dos animais mais temido da fauna brasileiro.  Valendo-se desta representação, o Lula passa a destilar ódio contra os agentes públicos responsáveis e os meios de comunicação social contrários ao projeto de poder capitaneado pelo Partido dos Trabalhadores, tendo a frente a Presidente Dilma Rousseff acusada por crime de responsabilidade e pelo desmonte da Petrobras golpeada na gestão petista por corrupção desmedida municiada pelas principais empresas de Construção Civil do País, com grave andamento no Congresso Nacional e no próprio sistema eleitoral aqui comprovada pela Justiça Federal através da Operação Lava Jato, qualificando o PT e seus comparsas como “organização criminosa” tipificada por Lei – 12.850, de 2 de agosto de 2013 – como associação de 4 (quatro) ou mais pessoas estruturalmente ordenada e caracterizada pela divisão de tarefas, ainda que informalmente, com objetivo de obter, direta ou indiretamente, vantagem de qualquer natureza, mediante a prática de infrações penais cujas penas máximas sejam superiores a 4 (quatro) anos, ou que sejam de caráter transnacional. Por este e outros crimes, a Presidente Dilma Rousseff responde no Congresso Nacional por crime de responsabilidade, o que justifica a intensa mobilização popular nas ruas a favor do Impeachment em julgamento na Câmara, que se aprovado será consumado no Senado sob a direção do Presidente do Supremo Tribunal Federal.  O Impeachment é um processo político que opera na forma de controle, chamando a racionalidade legal o Presidente da República quanto o respeito à Constituição e a vontade popular. A não aceitação desses ditames legais e legítimos não justifica o Lula avançar contra o Estado de Direito como uma Jararaca no asfalto espalhando ódio com sabor de vingança exaltando o pensamento único sob o taco do Lulismo como marca do personalismo carismático a se colocar como um agente acima da Lei, que reduz o Estado num balcão de negócio para garantir o gozo bestial do poder pelo poder partindo da máxima que todo homem digo todo político tem seu preço.                                       

VEM PRA RUA: No embate contra o Lulismo, a corrupção e o desmonte do Estado Democrático, o grito tem sido quase unânime a favor do Impeachment – Fora Dilma. Contudo é importante ampliar cada vez mais esta luta chamando as lideranças sociais, os homens e mulheres de bem deste País para participarem das manifestações de ruas tanto na Ribeira como no Planalto manifestando-se a favor da Justiça contra a vingança e o ódio destilados por Lula e os petistas envenenados que querem porque querem “melar” a política trocando Ministério por voto, bem como também premiando alguns Deputados a votarem contra ou faltando acidentalmente na plenária de votação do Impeachment, livrando a Presidente Dilma Rousseff do crime de responsabilidade. Para que a corrupção não impere o Gigante deve estar em movimento pressionando democraticamente os Deputados para cumprirem a Constituição Federal em respeito à Nação, recorrendo à imprensa independente e as mídias sociais para informar, mobilizar e garantir a defesa do Estado Democrático de Direito e então veremos que valeu a pena lutar por um Brasil Justo e Soberano, mandando a Jararaca para o Butantã e os corruptos para o cárcere.

Roberto Brasil