O BRASIL PRECISA DE VOCÊ

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Ademir-RamosAgora somos Brasil sob o manto da mesma bandeira verde amarela, vigilantes e atentos em defesa da Democracia. Este sentimento pátrio é um dos belos valores que devemos cultivar se quisermos viver em paz, segurança e liberdade. Ninguém, absolutamente, ninguém, seja ele quem for não deve se apropriar do Estado para fazer valer interesses pessoais e empresariais, em detrimento da nação e de suas instituições democráticas. Somos nesta hora, os guerreiros de um exército de milhões de brasileiros, movidos pelo sentimento pátrio, posicionando contra a corrupção, a impunidade e o desmantelo deste governo petista de Dilma Rousseff, que jurou cumprir a Constituição e respeitar o povo. No entanto, se deixou seduzir por facções partidárias afrontando os interesses nacionais para beneficiar diretamente grupos particulares com práticas similares das organizações criminosas internacionais, interferindo nas instituições democráticas com firme propósito de direcionar as ações de governo para se apropriar dos bens da República e com isto dominar e controlar a maquina do Estado em favor do crime organizado, o que afronta a ordem democrática assentada no Pacto Constitucional na tentativa de desestabilizar as estruturas de poder, justificando o mandonismo dos oportunistas que se colocam acima da lei e da vontade do povo, governando em nome do crime a violar a Constituição Federal e por consequência a ameaçar o Estado de Direito.

CONTROLE SOCIAL: Ninguém é ingênuo para desconhecer que os partidos e o próprio governo eleito representa interesse difuso movido pela força do capital aqui representado nas siglas partidárias atuando tanto no Congresso Nacional como também nas estruturas do Poder Executivo. Contudo, na Democracia enquanto Forma de Governo, o grande valor deste sistema é a liberdade sustentada no Direito como império da Lei e da Justiça nos termos da doutrina do Iluminismo que determina igualdade, fraternidade e solidariedade como arco de sustentação do Estado e da própria sociedade capitalista. Neste contexto as ideologias são múltiplas contagiando tanto a política quanto à religião que muitas vezes está mais para o ópio do povo do que para o bálsamo da liberdade, incentivando a cidadania e a soberania popular de onde emana o poder constituído. De forma, que a liberdade seja luz a garantir a paz social e a corrupção por sua vez comparada às trevas seja combatida de imediato para salvaguardar os Direitos e Garantias Fundamentais do cidadão e da sociedade como um todo numa perspectiva de Justiça Social. Nesta circunstância é importante que o Estado tome para a si a responsabilidade de promover as políticas públicas como um dos principais serviços prestados a população, devendo ser de qualidade, em atenção à cidade e ao campo, possibilitando de imediato o acesso e com isto, combatendo a perversa desigualdade social que se manifesta no analfabetismo, no desemprego, na insegurança, na falta de saneamento básico e outras mazelas que transforma o brasileiro em subcidadão para vergonha de todos, enquanto isto, os poderosos e seus mandatários governamentais agem como agente da corrupção patrocinando a gastança do dinheiro público, desviando os recursos para seus empreendimentos particulares, expropriando do povo o Direito de viver dignamente e de forma saudável em nosso País. De pronto, os defensores da corrupção dirão com todas as letras que “se gritar pega ladrão, não fica um meu irmão…”. A rima pode ser verdadeira, mas, politicamente as ponderações devem ser feitas para não cairmos na vala comum como se todo político fosse ladrão e desta feita “o melhor entre os piores seria aquele que rouba, mas faz” exaltando o crime como política compensatória. Por isso, posicionamos contrários a estas manifestações que ganham eco nos pronunciamentos do ex-presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva, que se coloca acima da lei, afrontando as instituições e difamando os Poderes Constituintes, apostando no quanto pior melhor, na tentativa de criar condições necessárias para a implantação de um movimento populista messiânico centrado no personalismo e na manipulação das instituições, com bravatas e palavrões, gritando pelos sertões do Brasil que ele – Lula – é o Estado e por isso de forma delirante cola-se acima da Lei como a Jararaca justiceira que além de trair é capaz de matar a sua presa, que tem sido o próprio povo brasileiro por ter creditado ao PT de Dilma Rousseff, a Presidência da República. No entanto, a negação vem das ruas com o grito “fora Dilma”, bem como também o pleno funcionamento do Poder Judiciário que tem exercido o poder controlador em defesa do ordenamento constitucional.

GOLPE PALACIANO: A nomeação do Lula como ministro do governo Dilma é sem dúvida um “tapa na cara” dos 6 milhões de brasileiros que domingo (13) estiveram nas ruas a favor do Impeachment e pela prisão do Lula. A nomeação, segundo alguns juristas especializados em matéria criminal, pode ser interpretada como “obstrução da Justiça” como ficou claro no registro de áudio divulgado pela Polícia Federal. Por esta razão o ato foi parar no STF para ser apreciado pela mais alta Corte de Justiça do País. Comenta-se em Brasília que a Presidente Dilma Rousseff, em nomear o Lula, comportou-se como aquele advogado reles de porta de cadeia que abriga o criminoso a noite em sua casa e pela manhã comparece a delegacia para dar salvo conduto ao seu cliente, valendo-se do expediente legal, usando das “manhas processuais” para ver a sua tese prosperar. O comportamento da Presidente Dilma Rousseff é declaradamente solidário a Lula afrontando as razões de Estado e com este ato solene sela o Golpe Palaciano, delegando ao ex-presidente Lula, os meios necessários para governar embora não tenha sido eleito pelo povo e muito menos diplomado pela Justiça para o cumprimento desta missão constitucional. O risco do Golpe Palaciano é o Lula meter a mão nas reservas internacionais do Brasil, somando aproximadamente 400 bilhões de dólares, recorrendo às mídias oficiais para justificar o crescimento com “prosperidade social”, potencializando os programas populistas de governo, convertendo o Lula no Messias e a economia no milagre, como os militares fizeram no tempo da ditadura. É bom que o Congresso esteja atento e que a imprensa independente não se deixe calar por força dos Editais Oficiais. Saiba que as reservas internacionais permitem que o Banco Central compre a moeda local emitida, negociando os seus ativos em moeda estrangeira. Os especialistas garantem que as reservas dão aos Bancos um meio para estabilizar a emissão de moeda, para minimizar volatilidade, e para proteger o sistema monetário de choques, como os que ocorrem quando especuladores compram e vendem moeda em um espaço curto de tempo. Grandes reservas são sinais de que o país detentor é capaz de suportar turbulências econômicas. Um nível baixo pode ser um indicativo de que uma corrida bancária contra a moeda local é iminente ou de que um “calote” é provável, configurando uma crise monetária. Recorro a estas explicações para manifestar minhas preocupações quanto à continuidade do governo petistas somando força a favor da Renúncia ou do Impeachment da Presidente Dilma Rousseff. Mas, enquanto não se consumar é necessário que o gigante não deite e que as ruas sejam o palco das nossas manifestações. Portanto, estamos sempre alerta.

Roberto Brasil