Novos Conselheiros Municipais de Saúde tomam posse

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Foto: José Nildo/Semsa

Os conselheiros municipais de saúde eleitos para o triênio 2018-2021 tomaram posse na manhã desta quarta-feira, 28/3, em cerimônia realizada no auditório Deodato de Miranda Leão, da Secretaria Municipal de Saúde (Semsa), na avenida Mário Ypiranga Monteiro, 1695 – Adrianópolis.

O secretário municipal de saúde, Marcelo Magaldi, que também tomou posse como membro indicado pela gestão, explicou que os Conselheiros Municipais de Saúde foram eleitos no último dia 20/3, dentro de um processo eleitoral que reuniu candidatos representantes dos segmentos de trabalhadores e usuários do Sistema Único de Saúde (SUS), que irão representar o CMS, além dos representantes do segmento de gestores, que são nomeados por indicação.

“Teremos esses conselheiros empossados como auxiliares do nosso trabalho na Semsa, apontando melhorias. Desejamos sucesso a todos nessa nova jornada. Obedecendo ao regimento do Conselho, os conselheiros devem ocupar 32 vagas titulares, com 25% de gestores, 25% de trabalhadores e 50% de usuários do sistema”, explicou Magaldi.

A cerimônia de posse foi presidida pelo atual vice-presidente do CMS, Glauciomar Nogueira, que chamou, individualmente, os novos empossados para estarem à frente da plenária como forma de serem conhecidos.

“A gente tem como ideal sempre valorizar o controle social. O CMS é órgão fiscalizador e é importante que a comunidade participe. É um direito da sociedade exercido por meio dos conselheiros. O conselho recebe denúncias que são encaminhadas para que sejam solucionadas”, disse Glauciomar.

Das 64 vagas para titulares e suplentes do Conselho, 26 foram preenchidas. Apenas, oito conselheiros do triênio que se encerra continuam para os próximos três anos.

Fim de mandato

O mandato dos atuais conselheiros termina no dia 31/3. Todos receberam certificados em homenagem à atuação no triênio 2015-2018. No dia 4/4 serão escolhidos os membros da mesa diretora que irá presidir os trabalhados do CMS. Cada conselheiro pode atuar em até dois triênios seguidos.

Roberto Brasil