Ministro da Aviação Civil promete à senadora Sandra Braga acelerar obras de 25 novos aeroportos regionais no Amazonas

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Sen. Sandra Braga | Min. Eliseu Padilha

Sen. Sandra Braga | Min. Eliseu Padilha

O programa de investimentos em aviação regional no Amazonas, que segundo a Secretaria de Aviação Civil prevê a construção de 25 novos aeroportos e aporte de mais de R$ 800 milhões, tem autonomia financeira e não sofrerá corte de recursos em razão do ajuste fiscal. Foi o que afirmou o ministro da Aviação Civil, Eliseu Padilha, à senadora Sandra Braga na tarde desta quarta-feira (8/04). Em sua audiência com o ministro, a senadora recebeu um relatório sobre o andamento do programa em cada um dos 25 municípios amazonenses e pediu a ele que acompanhe cada fase com carinho, com o objetivo de acelerar as obras.

“A aviação regional é uma questão de vida para o povo do Amazonas, porque temos uma geografia muito difícil”, disse a senadora ao ministro. Para deixar claro o compromisso do governo com o tema, Padilha destacou que a aviação regional é “a menina dos olhos” da presidente Dilma Rousseff. Segundo ele, a presidenta recomendou que a Amazônia Legal seja “a prioridade da prioridade” do programa de aviação regional.

“Saio daqui mais tranquila porque saio com a garantia do ministro e da Presidente Dilma de que esta questão é prioridade do governo federal”, comemorou a senadora ao final da reunião, agradecendo Eliseu Padilha não só pela receptividade, mas pelo compromisso de que seu Estado terá, em breve, este serviço.

Na conversa com Sandra Braga, o ministro reconheceu que, na Amazônia Legal, “a aviação é mais importante do que qualquer outro meio de transporte”, lembrando que a alternativa é o barco, que trafega por oito dias, ou o avião, que demora 20 minutos para chegar ao destino.  “Quando a senadora vem à Secretaria falar da necessidade de que o ministério garanta todos os aeroportos do Amazonas, ela está no perfeito desempenho de sua missão junto aos eleitores que fizeram com que ela estivesse aqui no Congresso Nacional”, defendeu Padilha.

Segundo ele, o programa de aviação regional vai bem e está entrando na fase de licenciamento ambiental. “Juntos, o governo – por meio desta Secretaria, e o Senado, por sua representação competente como a da senadora Sandra Braga –  teremos o programa levado avante e a Amazônia terá, sim, o transporte por aviões para toda sua população”.

O governo tem um programa de subsídios que é limitado a 60 assentos, mas que, na Amazônia Legal, não tem limites. “Se lotar o avião inteiro não há problemas; o governo subsidia 50% doa assentos. Esta lei foi feita no sentido de dar prioridade a uma região que realmente depende muito da aviação civil”, concluiu o ministro.

Municípios – A lista dos 25 municípios contemplados no programados inclui Amaturá, Barcelos, Boca do Acre, Borba, Carauari, Coari, Codajás, Eirunepé, Fonte Boa, Humaitá, Itacoatiara, Jutaí, Lábrea, Manicoré, Maraã, Maués, Nova Olinda do Norte, Parintins, Pauini, Santa Isabel do Rio Negro, São Gabriel da Cachoeira, São Paulo de Olivença, Tabatinga, Tefé e Uairini.

Roberto Brasil