Melo concede entrevista e comenta sobre segurança pública e fortalecimento da atividade policial

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"Onde existem leis que punem e a aplicação é garantida, os índices reduzem drasticamente", destacou José Melo

“Onde existem leis que punem e a aplicação é garantida, os índices reduzem drasticamente”, destacou José Melo

Na manhã desta terça-feira (16), o candidato à reeleição ao governo do Amazonas, José Melo (PROS), disse que a escalada da criminalidade não é reflexo da falta de aparelhamento das polícias Militar e Civil e reafirmou os investimentos realizados pelo Estado em tecnologia e capital humano. A afirmação foi feita à uma emissora de TV local, durante programa de debate sobre as propostas de trabalhos principalmente nesse setor para o próximo quadriênio.

Melo explicou que a violência urbana nunca vai acabar em nenhuma parte do planeta, mas pode ser reduzida com políticas de segurança severas, onde a corporação policial seja bem remunerada e tenha credibilidade junto à população, como acontece no Amazonas. Ele fez questão de ressaltar ações implementadas pelo Estado que ajudaram na redução dos índices de criminalidade do sistema, como a aprovação do Plano de Cargos, Carreiras e Promoções para os oficiais e praças, construção do Centro Integrado de Comando e Controle (CICC), novos concursos para agentes (que totalizaram a contratação de cinco mil novos policiais para o efetivo), entrega de novas viaturas, ampliação de 17 para 30 o número de Distritos Integrados de Polícia (Dips), além do aparelhamento e cursos táticos e operacionais que aproximaram a polícia do cidadão.

“Acredito que povo, é povo em qualquer país, portanto, o diferencial é que onde existem leis que punem e a aplicação é garantida, os índices reduzem drasticamente. Assim acontece no Amazonas, onde dobramos o orçamento de segurança pública, passando de R$ 697 milhões para R$ 1,3 bilhão. Proponho mais. Quero o programa Todos pela Vida, um conjunto de ações integradas na educação, cultura, esportes e assistência social para prevenir a criminalidade em áreas vulneráveis da capital e interior”, completou Melo.

Roberto Brasil