Luiz Castro reafirma posição da Rede por nova eleição

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Dep. Luiz Castro

Dep. Luiz Castro

O deputado Luiz Castro reafirmou hoje a posição de seu partido, Rede Sustentabilidade, pela realização de nova eleição a fim de que a população brasileira possa escolher um novo rumo para o País, diante do envolvimento das principais lideranças do PMDB, na tentativa de obstruir a Operação Lava Jato, que culminou com  o pedido de prisão de Romero Jucá, Renan Calheiros, José Sarney e de Eduardo Cunha.

Castro disse que sob a presidência do PMDB, o Brasil é surpreendido a cada dia com novo escândalo relacionado às investigações da Lava Jato, nas denúncias do esquema de propinas que saqueou a Petrobrás.
“Fica patente o interesse da cúpula do PMDB de que a Lava Jato não atinja os seus próceres”, declarou o deputado, acrescentando que “não há credibilidade com tantos membros do Governo citados nas investigações, quanto havia no Governo petista”.
Na avaliação de Luiz Castro, o PT errou feio, mas reiterou que o PMDB também cometeu e continua cometendo equívocos. Ele afirmou que o presidente interino Michel Temer poderia ter montado uma equipe sem políticos envolvidos na Lava Jato, “mas o Governo está envolto no mar de lama”, criticou.
Líder da Rede na Assembleia Legislativa, Castro disse que o partido defende nova eleição, para que os brasileiros escolham de forma legítima um novo caminho para o País, capaz de romper com o ciclo de corrupção, de clientelismo, de populismo e de incompetência administrativa.
Evangélicos
O deputado criticou ainda a posição de lideranças políticas evangélicas, ligadas ao PRB, que  articulam para proteger o presidente afastado da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), e evitar a sua cassação. “É o mesmo que acobertar um criminoso. E não foi isso que Cristo ensinou, quando expulsou os vendilhões do Templo”, comparou.
De acordo com  Luiz Castro, as investigações comprovam o esquema montado por Eduardo Cunha, para manter contas milionárias no exterior e controlar bancadas na Câmara. “É um dos maiores corruptos do País, protegido por políticos evangélicos”, finalizou.   
 

Mario Dantas