Luiz Castro questiona o custo elevado da gasolina no Amazonas

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Dep. Luiz Castro

Da Redação – O preço da gasolina nos postos de combustíveis de Manaus e dos municípios do interior do Estado, que chega a ser um dos mais caros do País, foi questionado nesta quinta-feira (14) no plenário da Assembleia Legislativa do Amazonas (Aleam) pelo deputado Luiz Castro (Rede), que propôs a elaboração de um estudo técnico para detectar as causas do valor elevado, que pesa no bolso do consumidor amazonense.

De acordo com Luiz Castro, o preço do litro da gasolina oscila nos postos, que cobram entre R$ 4,18 a R$ 4,25, preços que impactam o orçamento do consumidor de classe média, de taxistas, mototaxistas, de transportadores de cargas e da população em geral. “No interior do Estado, o combustível também é essencial para o transporte fluvial, para as atividades de pesca, para a agricultura e o preço é muito alto para as pessoas de baixa renda”, destacou.

O reajuste da Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico (Cide), decretado em julho pelo Governo Federal, segundo Luiz Castro, contribuiu para o aumento dos combustíveis em todas as capitais. “Mas o preço da gasolina em Manaus chega a ser 8,57% superior à media nacional”, afirma o deputado.

Por outro lado, Castro lembrou que no atual governo, Davi Almeida revogou a Lei Nº 26/2017 proposta por José Melo, havia aumentado em 2% a alíquota do ICMS, sobre a gasolina, o diesel e outros produtos de consumo  diário da população amazonense. “Então temos que buscar respostas para o alto preço da gasolina no Amazonas e, para isso, vamos abrir a discussão na Assembleia Legislativa”, concluiu.

Falta transparência nos gastos do Fundeb 

“É importante a transparência, a dificuldade de discutir com clareza o Fundeb, coloca tanto o estado quanto o município numa situação de duvida, eu pessoalmente entendo que pode se conceder abono e promoções, mas quando a Prefeitura alega que não vai conceder abono porque concedeu promoções e disse que o custo é R$ 15 milhões e a quota extra foi de R$ 107 milhões, faço a conta e tem 90 milhões, mas dizem que foi para pagar salários, em fim não sobrou nada”, explicou o deputado Luiz Castro.

Para o parlamentar esta confusão coloca em descredito o sistema de educação “vejo a Secretaria Katia sem poder de decisão, se esforçando, o Prefeito de Manaus disse que ia pagar a professores em escolas com melhores resultados e agora ninguém fala mais nisso, essa falta de transparência incomoda e os professores precisam ser respeitados”.

“No âmbito do Governo do Estado entendo que deviam encerrar e pagar os dois abonos programar a recuperação da inflação passada, já que David Almeida disse que a arrecadação melhorou na sua gestão do ponto de vista fiscal e que a lei não é mais ameaçadora, ora então porque não usar uma parte desse Fundeb para repor a perda adquisitiva dos professores. Farei essa recomendação para o David Almeida”, salientou o deputado Luiz Castro.

Mercedes Guzmán

 

Roberto Brasil