Luiz Castro quer diminuir as desigualdades entre pobres e ricos

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Da Redação – Em entrevista exclusiva ao Blog da Floresta, o candidato a Governador do Estado do Amazonas, Luiz Castro (Rede), alertou para a injustiça que vem cometendo o Tribunal Regional Eleitoral (TRE) referente ao tempo atribuído para propaganda eleitoral na TV aumentando assim as desigualdades entre os candidatos nesta campanha eleitoral. O candidato independente e cuja bandeira é não ser corrupto explicou que no curto tempo de governo o importante será reorganizar a administração com ética e transparência e pretende ainda diminuir as desigualdades entre ricos e pobres.

Desemprego, péssima saúde, educação e insegurança são os gargalos

“Queremos fazer uma nova organização na administração estadual com ética e transparência, cortar contratos superfaturados, diminuir cargos comissionados, gastar melhor o dinheiro com transparência”, segundo a proposta de Luiz Castro.

Para o candidato, o papel do estado é gerar emprego e renda não apenas com a Zona Franca, mas com turismo, biotecnologia entre outros, fomentando as micro empresas, cooperativas, promovendo a economia local, é um conjunto de medidas da macro economia, oxigenar a economia, com parcerias eficientes, com instituições técnicas apoiando, enquanto isso trabalhar em outras medidas para o futuro próximo.

“Os outros candidatos que dizem que irão fazer algo estão comprometidos com os grandes empresários e que serão favorecidos depois da eleição, lucrando cada vez mais com contratos super faturados. Este modelo vem desde Gilberto Mestrinho deixando cada vez a sociedade mais pobre e injusta. A nossa proposta é diferente daqueles que dizem que tem jeito ou que tem cara feminina, mas sempre estão beneficiando ou estão associados aos grandes empresários,  a nossa sugestão é diminuir as desigualdades beneficiando os menos favorecidos”, frisa.

O Amazonas é o Estado com mais desigualdades

“Há muito tempo o Amazonas é o primeiro em disparidades superando a São Paulo há muito tempo, por muito tempo e com os anteriores governadores as desigualdades tem aumentado, o rico fica mais rico e o pobre mais pobre, assim este é o Estado onde mais desigualdades há”, salientou Castro.

Aclarou ainda que “são bilhões de reais concentrados em duzentas famílias enquanto a maioria não tem recursos e o povo tem que acordar para isto, não é apenas corrupção, mas incompetência para administrar para todos”.

Raciocínio dúbio do TRE

Com apenas 9’ (nove segundos) de tempo disponível para propaganda eleitoral na TV o candidato Luís Castro qualificou de dúbio o raciocínio do TRE. “A campanha é completamente desigual porque as leis já são desiguais e ainda temos a dificuldade do TRE ter tirado  o nosso tempo de TV e pensamos que este tribunal tem o dever moral de decidir, mas o pior é não decidir, ajudando assim aqueles que já tem muito tempo na tv. Isso não é uma injustiça apenas com Luís, Castro mas com a população que não pode ouvir as nossas propostas para poder decidir”, destacou.

“É uma tremenda injustiça o que este tribunal esta fazendo porque não decide e o nosso tempo devia ser 15’ e para poder recorrer ao TSE se precisa primeiro desta decisão enquanto isto o tempo vai passando”, salientou o candidato da Rede.

Explicou ainda que “por outro lado não temos o Fundo Partidário como os outros partidos e seus associados, porque a lei foi feita pelos grandes partidos, mas somos o partido com recursos morais e temos mais credibilidade porquanto a REDE não tem envolvimento com a lava jato nem políticos corruptos”.

Mercedes Guzmán

Roberto Brasil