José Aldo tenta manter legado de brasileiros vencedores no UFC

By -
José Aldo e Conor McGregor são separados por Dana White na pesagem do UFC 194

José Aldo e Conor McGregor são separados por Dana White na pesagem do UFC 194

Em um dos eventos do UFC mais aguardados do ano, o brasileiro líder do ranking de todos os pesos José Aldo enfrenta na madrugada deste domingo (13) o irlandês Conor McGregor, na luta principal do UFC 194, em Las Vegas, nos EUA, pela unificação do cinturão peso-pena. O card principal começa a 1h.

Mais do que a disputa pelo título, Aldo tem a missão de continuar o legado no UFC, principal circuito de MMA (artes marciais mistas) de uma geração vencedora de brasileiros como Anderson Silva, Vitor Belfort e Antônio Rodrigo Nogueira, o “Minotauro”, todos ex-detentores de cinturões que contribuíram para a rápida popularização do esporte no país.

Para isso, o brasileiro tem a seu favor o impressionante currículo de 25 vitórias no MMA e apenas uma derrota, o que faz dele hoje um dos principais nomes do UFC.

Com amplo domínio em sua categoria até aqui, o brasileiro não sabe o que é perder há dez anos. No UFC, são sete vitórias, sendo a última delas contra o americano Chad Mendes, em 2014.

Pela frente, Aldo não terá missão fácil. Além de ser conhecido por seu estilo provocador fora dos octógonos, McGregor vem de 14 vitórias consecutivas no MMA, o que lhe rendeu elogios inclusive do presidente do UFC, Dana White, que o comparou a Muhammad Ali, um dos maiores pugilistas da história.

Quando Aldo se lesionou, em junho, o irlandês não desperdiçou a chance e conquistou o título interino da categoria ao nocautear Chad Mendes no UFC 189. Agora, pode fazer história e mostrar que é mais do que apenas um “falastrão”.

Também no UFC 194, o norte-americano e carrasco de brasileiros Chris Weidman –que derrotou Anderson Silva, duas vezes, Lyoto Machida e Vitor Belfort– tenta a sua quarta defesa de cinturão no peso médio contra o compatriota Luke Rockhold. Os brasileiros Ronaldo “Jacaré” e Demian Maia, enfrentam Yoel Romero e Gunnar Nelson, respectivamente. FOLHAPRESS

Roberto Brasil