Jornalistas são mortos durante transmissão ao vivo nos EUA

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Alison Parker trabalhava diariamente com Adam Ward em reportagens ao vivo

Alison Parker trabalhava diariamente com Adam Ward em reportagens ao vivo

O homem suspeito de matar dois jornalistas que trabalhavam para o canal WDBJ afiliado à rede CBS na Virgínia, nos Estados Unidos, e que faziam uma transmissão ao vivo nesta quarta-feira (26) atirou em si mesmo e está em estado grave, informou o correspondente da Band em Nova York, Sérgio Patrick.

O suspeito, identificado como Vester Flanagan, funcionário da rede de televisão WDBJ, atirou em si mesmo depois de ser encurralado em uma estrada que liga a Virgínia a Washington. Ele tentava fugir quando se suicidou, a três horas do local do crime.

Vester Flanagan usava o nome Bryce Williams quando trabalhava para a WDBJ, mesmo canal em que trabalhavam os jornalistas assassinados: a repórter Alison Parker e o cinegrafista Adam Ward. Não há informações se o atirador e suas vítimas tinham contato próximo, nem quais as motivações do crime.

O assassino, Vester Lee Flanigan, foi ex-funcionário do canal de TV onde trabalhavam os dois jornalistas

O assassino, Vester Lee Flanigan, foi ex-funcionário do canal de TV onde trabalhavam os dois jornalistas

Mas, aparentemente, a repórter teria feito comentários racistas e isto está sendo investigado como possível motivo do crime.

Após fazer os disparos, Bryce Williams publicou um vídeo do ataque nas redes sociais e fez publicações no Twitter, com mensagens indecifráveis, segundo o correspondente da Band.

Ainda de acordo com ele, o atirador enviou uma mensagem à rede de televisão ABC. Um texto longo, que pode trazer o porquê do crime.

Bryce Williams permanece em estado grave no hospital com poucas chances de sobrevivência, disse a polícia.

Uma terceira pessoa acabou sendo baleada no crime. Ela está internada também, em estado grave, e fará uma cirurgia. BAND

Roberto Brasil