Hissa lamenta condições de escolas municipais de Manaus na Zona Leste

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“Quando chove um pouco mais forte, os telhados das escolas não suportam e as crianças têm de abandonar as salas", frisou Hissa Abrahão

“Quando chove um pouco mais forte, os telhados das escolas não suportam e as crianças têm de abandonar as salas”, frisou Hissa Abrahão

Em pronunciamento na tribuna da Câmara Federal, em Brasília (DF), na tarde desta quinta-feira (25), o deputado Hissa Abrahão (PPS-AM) lamentou o estado em que se encontram as escolas municipais da capital amazonense.
Hissa levou ao conhecimento dos parlamentares, a situação dos colégios Professor Raimundo Gonçalves, bairro Zumbi, e Carolina Perolina Raimunda Almeida, bairro São José, ambas na Zona Leste. Na última terça-feira (23), devido à chuva que atingiu a cidade, as escolas foram inundadas e os alunos tiveram as aulas suspensas.

“Quando chove um pouco mais forte, os telhados das escolas não suportam e as crianças têm de abandonar as salas, rapidamente, porque o forro desaba e a sala vai alagar. E vale ressaltar que são escolas que passaram por reformas inapropriadas. Infelizmente o conserto que ocorreu foi de fachada, de lambança”, comentou.
O vice-líder do PPS na Câmara cobrou mais seriedade da atual gestão municipal em relação à situação das escolas. “Eu participei do desenho do projeto que foi vitorioso, mas não tive o prazer de participar ativamente da execução do projeto. Falta gestão humana. O atual prefeito foi um bom senador porque pensa como político. Mas está sendo ruim como gestor porque não tem visão humana e esquece os problemas sérios enfrentados diariamente pelas nossas crianças”, disse.

PONTE

Hissa citou ainda a repercussão na mídia amazonense sobre péssima situação dos moradores dos bairros Novo Aleixo e Tancredo Neves, zonas Norte e Leste, respectivamente, que, atravessam o igarapé do Mindu, após o desabamento de uma ponte metálica que ligava as duas comunidades. O parlamentar amazonense comparou o local com a ponte sobre o igarapé do Gigante que liga os bairros Tarumã e Ponta Negra, ambos na Zona Oeste. “A ponte com metro quadrado mais caro que a da ponte rio Negro foi construída em um tempo recorde. Enquanto muitas crianças se arriscam atravessando o igarapé do Mindu, a prefeitura prefere priorizar ponte como a da Ponta Negra. Falta visão humana e prioridade com o povo das zonas Leste, Norte e rural”, declarou o deputado.

Roberto Brasil