Gedeão Amorim deve ocupar suplência como Deputado Federal

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Ver. Gedeão Amorim

Da Redação – O vereador Professor Gedeão Amorim (PMDB) conversou com o Blog da Floresta sobre a possibilidade de assumir a suplência como deputado federal por conta do acidente vascular cerebral (AVC) sofrido pelo deputado Sabino Castelo Branco. Gedeão falou do seu trabalho como parlamentar neste novo cenário, as suas convicções e prioridades para o estado do Amazonas, na sua analise destacou a falta de atenção nos municípios do sul do Amazonas pelo Governo Estadual e Federal.

“Para mim, a coisa mais importante é a vida de cada um de nós. O Sabino tem sido o nosso companheiro em diversas campanhas, lutou pela eleição para deputado federal e conseguimos eleger três: Rotta, Hissa e a Socorro Sampaio. Como primeiro suplente ficou o Sabino, em seguida eu e depois o Eron. Ocorreu neste ano esse incidente com o deputado Sabino e está cumprindo licença medica. Caso ele fique impossibilitado eu poderei ser chamado para ocupar a suplência dele”, salientou o parlamentar.

“Eu prezo primeiro pela saúde do meu parceiro e se não houver alternativa representarei o Amazonas. Convenhamos que não é o melhor cenário político, pois este é nebuloso e é o ultimo ano da legislatura. Situação muito delicada, mas eu irei assumir”, frisou.

Governo deve dar atenção ao sudoeste do estado

Ele também falou sobre as suas convicções, prioridades e continuidade no trabalho dentro do PMDB. “Eu tenho minhas convicções políticas além do partido, mas creio que vou conviver também com as orientações do partido. O que deve fazer um deputado federal eu farei. Tenho a expectativa de me enturmar em alguma comissão produtiva e que possa refletir num ganho para o nosso estado”, destacou.

“A coisa mais importante para o Amazonas é ver as condições para o investimento econômico. Vamos chegar em numa desvantagem, como por exemplo, por não ter operado a definição do orçamento e daí para frente vamos ver”, disse.

Aproveitou para fazer uma analise sobre a atual situação do Amazonas. “Sabemos que o estado convive com essa profunda contradição, um estado grande, rico, mas que enfrenta grandes necessidades. No desenvolvimento somos carentes de portos, aeroportos no interior, convivemos com cidades isoladas sem rodovias em estados e municípios que podiam estar interligados com estados vizinhos, como é o caso do sudoeste do Amazonas, com o estado do Acre.  Os municípios de Envira e Ipixuna assim como outros da calha do Madeira não estão interligados por falta de uma política pública onde nem o governo federal nem estadual têm dado atenção para o desenvolvimento desta região”, finalizou.

Reportagem e Foto: Mercedes Guzmán

Roberto Brasil