‘Farra das diárias’ pagas pelo prefeito de Codajás chega a quase R$ 3 milhões

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O prefeito Abraham Lincoln Dib, foi um dos beneficiados com as diárias

O prefeito Abraham Lincoln Dib, foi um dos beneficiados com as diárias

À julgar pelo deplorável estado de conservação da cidade, o prefeito de Codajás (AM), Abraham Lincoln Dib, candidato à reeleição (PSD), não está nem um pouco preocupado com o bem-estar da população e tão pouco com a boa gestão dos recursos públicos do município. E nem poderia na medida que os olhos de Abraham Lincoln Dib não estão voltados para o município que o elegeu prefeito e sim para Manaus onde passa a maior parte do tempo.

Como prefeito de Codajás, Abraham Lincoln Dib, como pode ser comprovado em documentos oficiais, está preocupado, sim, com os seus interesses pessoais, com o bem-estar de sua família e de seus amigos que ocupam os melhores e mais importantes cargos na prefeitura do município.

Enquanto Abraham Lincoln Dib fecha os cofres públicos em prejuízo do bem-estar da coletividade, ele abre esse mesmo cofre para usufruir de vantajosas diários todos os meses.

Até o momento Abraham Lincoln Dib pagou para ele próprio R$ 400 mil em diárias para ir a Manaus, embora o mesmo já se encontrasse naquela capital. São 10 diárias contabilizadas todos os meses, num total de 394, em favor de Abraham Lincoln Dib.

Somadas a seus salários, Abraham Lincoln Dib faturou R$ 1.150.000,00 antes de completar quatro anos de mandato.

Uma outra conta sem contabilizar os R$ 750 mil de salários do prefeito candidato à reeleição atesta que somente em diárias a prefeitura de Codajás pagou para ele e seus parentes mais de R$ 1 milhão.

Ely Carlos Maia, cunhado de Abraham Lincoln Dib, que exerce o cargo de Controlador Municipal, faturou R$ 120 mil; Elyelsa Maia, esposa do prefeito, R$ 90 mil; Cid Marcos Bastos, R$ 55 mil e o irmão Wilson Nahi Bastos, R$ 73 mil.

Uma verdadeira farra que se completa com mais de R$ 1,5 milhões, também, em diárias, pagas a outros funcionários amigos, à exemplo de José Gonsalves, ou Vavazinho, secretário de Planejamento, que faturou R$ 120 mil.// Fato Amazônico

 

Mario Dantas