Estado deve comercializar 700 mil doses de vacina durante campanha “Amazonas sem Aftosa”

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A estimativa da Agência de Defesa Agropecuária e Florestal do Estado do Amazonas (Adaf), órgão vinculado à Secretaria de Produção Rural do Amazonas (Sepror), é que até o fim da campanha “Amazonas sem Aftosa”, no dia 30 de novembro, mais de 700 mil doses da vacina contra a febre aftosa sejam comercializadas. De acordo com informações do órgão, até a última semana já haviam sido comercializadas 138 mil doses. A campanha teve início no dia 1º de novembro, em 21 municípios do Estado.

A médica veterinária da Adaf Alyane Figueiredo ressalta que os produtores rurais têm até o dia 30 deste mês para adquirirem e vacinarem seu rebanho. Depois disso, eles têm até 15 de dezembro para declararem o rebanho imunizado na Adaf, ou em um dos escritórios do Instituto de Desenvolvimento Agropecuário Florestal e Sustentável (Idam).

O preço médio da dose da vacina varia entre R$ 1,80 e R$ 2,20. Elas são comercializadas em casas agropecuárias credenciadas pela Adaf. No caso dos municípios que não possuem esses estabelecimentos, as vacinas são vendidas nos escritórios do Idam. “Os pecuaristas que não comprarem a vacina até o dia 30 de novembro, só poderão comprar após essa data com a autorização da Adaf”, destacou a gerente de defesa animal do órgão, Joelma Silva.

Os municípios envolvidos nessa etapa são: Apuí, Barcelos, Canutama, Carauari, Eirunepé, Envira, Humaitá, Ipixuna, Itamarati, Juruá, Lábrea, Manicoré, Novo Airão, Novo Aripuanã, Pauini, Presidente Figueiredo, Santa Isabel do Rio Negro, Guajará, Boca do Acre, São Gabriel da Cachoeira e Tapauá.

Presença do ministro – No próximo dia 4 de dezembro, o Amazonas receberá o reconhecimento de Estado com status livre de febre aftosa com vacinação. Para isso, o ministro da Agricultura, Blairo Maggi, vai estar em Manaus para participar de reunião com o governador Amazonino Mendes.

“É importante que os pecuaristas destes 21 municípios comprem a vacina e imunizem seus rebanhos, para que possamos erradicar a febre aftosa do nosso Estado e garantirmos esse reconhecimento do Governo Federal”, afirma o diretor-presidente da Adaf, Sérgio Muniz.

*Com informações da assessoria

Roberto Brasil