Esculturas do Palácio Rio Negro: a história mudando de cor

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PALACIO-RIO-NEGRO-FOTO-AIDA-FERNANDES (2)Da Redação – Considerado um ícone do período áureo da borracha em nossa região, o Palácio Rio Negro é considerado um dos pontos turísticos mais visitados da capital amazonense. Sua arquitetura remonta o início do século XX, dando uma ideia de toda riqueza da região gerada pelos seringais.

PALACIO-RIO-NEGRO-FOTO-AIDA-FERNANDES (7)O local foi inicialmente concebido para ser a residência do comerciante alemão Waldemar Scholz, inclusive foi batizado como “Palacete Scholz” em sua homenagem. Todavia, os tempos mudaram e a crise chegou. Foi transferido de mãos e tornou-se residência governamental e há cerca de 20 anos foi transformado em Centro Cultural Palácio Rio Negro, aberto a visitação pública.

PALACIO-RIO-NEGRO-FOTO-AIDA-FERNANDES (4)Palco de vários eventos da cultura amazonense, o local esbanja beleza por dentro e por fora, com certeza. O BLOG DA FLORESTA esteve lá e também constatou que embora a estrutura física esteja impecável, alguns pontos merecem atenção da Secretaria de Cultura do Amazonas (SEC), como é o caso das estátuas e brasão governamental lá existentes.

PALACIO-RIO-NEGRO-FOTO-AIDA-FERNANDES (5)Ao olharmos mais atentamente as estátuas, por exemplo, notamos que não são pretas como a princípio parecem, mas na cor de bronze – material que são feitas. O fenônemo é resultado da ação impiedosa do tempo, assim como também da poluição causada pelo progresso. Tidas apenas como ornamentos por alguns, retratam também nossa história e merecem ser melhor cuidadas, afinal o passado existe para nos lembrar como fomos um dia e que daqui um tempo tudo será história também. (Roberto Brasil – Fotos: Áida Fernandes)

Roberto Brasil