Empresários de Manaus reclamam da segurança pública e manifestam apoio a Eduardo

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O candidato Eduardo Braga esteve reunido com empresários de Manaus na manhã desta sexta-feira (18/08),  no centro da cidade. O principal problema levantado pelo grupo é a falta de segurança, que tem afetado diretamente o setor. De acordo com a empresária Nielza Dias, nos últimos anos, ela tem sido obrigada a fechar a seu estabelecimento por volta de 15 horas para evitar correr risco de assalto. 

“Nós estamos fechando mais cedo. Há dez anos, nós fechávamos as nossas lojas 18 horas. Mais de 50% dos presentes nessa reunião já foram assaltados. Nós estamos sem saída. Cada vez está pior”, afirmou. 

Na ocasião, Eduardo lembrou que o centro de Manaus já foi uma das mais importantes áreas da cidade por ter concentrado a força econômica do Estado. Porém, isso mudou com o passar dos anos.    

“O desemprego aumenta a onda de violência. O centro de Manaus está definhando. Os imóveis já valeram dinheiro e hoje não valem mais nada. Não quero que Manaus se transforme no Rio de Janeiro. A cidade maravilhosa é refém do crime, da bandidagem e lá ninguém sabe o que vai acontecer quando sai de casa: se volta vivo ou dentro do caixão. Nós estamos vivendo isso agora no Amazonas. Se não tivermos coragem de tomarmos algumas medidas vamos virar o novo Rio de Janeiro”, disse o candidato.

Com a diminuição do fluxo de pessoas no comércio do centro da cidade em virtude dos constantes assaltos, muitos estabelecimentos tiveram que dispensar trabalhadores por conta da queda no faturamento como contou a empresária Solange Silva.  

“Tenho uma indústria de embalagem. Eu gerava mais de 40 empregos. Tive que mandar mais de 20 funcionários embora. Precisamos de apoio na segurança e, também, ao empreendedorismo para voltarmos a gerar emprego e renda na tentativa de revertemos esse cenário que estamos vivendo”, relatou a empresária lembrando que o desemprego é um dos motivos para o aumento da violência. 

Assim como Solange, outros empresários relataram casos semelhantes. Eles afirmaram que precisam de ações concretas de combate a criminalidade. Pois, os altos índices de violência na cidade tem impactado negativamente na economia de Manaus. 

Conforme Eduardo, quando ele deixou o Governo do Estado o efetivo da Polícia Civil era de quatro mil policiais e esse quantitativo caiu pela metade, atualmente. Já em relação a Polícia Militar, o candidato disse que quase não se vê patrulhamento nas ruas da cidade. “A minha proposta é simples. Chegar ao governo e acabar com o contrato da Umanizzare. Vamos economizar R$ 600 milhões, em 15 meses, e esse valor será para reequipar a polícia e coloca-la na rua. Dar condições dos policiais enfrentaram a bandidagem”, declarou Eduardo.  

Os empresários deixaram a reunião confiantes de que as propostas de Eduardo Braga são as melhores para devolver o Estado para caminho do crescimento. Eles aprovaram as medidas apresentadas para tirar o Amazonas da crise.

Roberto Brasil