Eduardo diz que a diferença entre ele e seu adversário está nas realizações e nos apoiadores

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“A grande diferença entre eu e meu adversário é que quando estive no governo realizei muitas obras e fiz políticas públicas como Jovem Cidadão e os Centros de Ensino de Tempo Integral, por exemplo”, esse tem sido parte do discurso utilizado pelo candidato Eduardo Bragadurante o segundo turno da eleição suplementar para o Governo do Amazonas. 

Além de citar as ações promovidas em suas duas gestões como governador, Eduardo também tem destacado que quando há vontade de fazer, somada a capacidade de realização, é possível transformar para melhor a vida das pessoas. “Estou dizendo isso porque, quando eu fui governador, eu consegui fazer isso. Levamos educação através do mediado tecnológico a zonas rurais que até então não tinha acesso ao ensino médio. Investimos nos SPAs, policlínicas, construímos 42 novos hospitais, fizemos o novo Hospital 28 de Agosto, o novo Hospital Platão Araújo”, disse Eduardo

Outra diferença apontada pelo candidato tem sido os apoios que o seu adversário recebeu durante a campanha. “São os mesmos apoiadores do Zé Melo que estão por trás do Amazonino. É o Omar, o Pauderney, o Artur, o Silas Câmara e o Melo tá lá escondidinho. Eu não estou fazendo nenhuma crítica pessoal ao Amazonino. Você vê que a crítica é sobre a administração e sobre ações políticas dele e não no campo pessoal”, observou Eduardo

Já em relação as soluções para os problemas do Amazonas, Eduardo afirma que seu adversário não tem apresentado propostas nos últimos três meses porque não as possui. Na área de saúde, ao ser questionado sobre o curto prazo (120 dias) para cumprir os compromissos firmados durante a campanha para executar o plano de emergência, Eduardo disse acreditar que Tem Jeito.

“Em 120 dias, vamos ter que fazer muito esforço e é claro que em 15 meses não dá pra fazer tudo mas faremos muita coisa e vamos mudar muita coisa. Com os recursos disponíveis e que estão sendo desperdiçados em supercontratos, bem como com recursos que podemos buscar no Ministério da Saúde, podemos tirar a saúde da crise”, afirmou Eduardo, lembrando ainda que, como relator geral do orçamento 2017, alocou R$ 3,5 bilhões destinados para saúde pública no Amazonas. “O absurdo é que, até agora, Governo do Estado ainda não se habilitou para receber um centavo dessa verba”, lamentou.

Roberto Brasil