Desgoverno evidente na gestão das greves dos Rodoviários

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As fotografias que registram o prefeito Artur Neto em “rodadas de negociações” com rodoviários e empresários do sistema de transporte coletivo se tornaram “lugar comum” nos últimos anos. É comum também que o prefeito se vanglorie nas redes sociais de ter “estancado mais uma greve”. Mas o fato concreto é que esse serviço – concedido pela Prefeitura – há muito tempo não obedece ao comando do prefeito.  Predomina o estilo Rainha da Inglaterra. Segue a humilhação nas paradas e nos terminais.

Os dados históricos comprovam o desgoverno da gestão Artur Neto no transporte coletivo de Manaus. Só este ano foram 43 paralisações. O aumento da tarifa de ônibus para R$ 3,80, concedido pelo prefeito sob a justificativa de “não paralisar o sistema”, serviu só para encher os cofres dos empresários.

Enquanto isso, as soluções para o transporte de massa em Manaus, prometidas por Artur ainda na campanha de 2012, ficaram  apenas na promessa. O tucano fez até viagem internacional em busca de modelos (e postou fotos, como sempre).  Na prática, a única “novidade” apresentada foi o ressurgimento do sistema Expresso, elaborado pela gestão Alfredo Nascimento, em 2002.

A desordem no transporte coletivo é ampliada com a atuação de criminosos dentro do Sindicato dos Rodoviários, que ignoram leis e decisões judiciais, tendo as autoridades públicas e a população como plateia.

O vereador Jaildo dos Rodoviários é membro do PCdoB, partido que atualmente apoia a candidatura do senador Eduardo Braga (PMDB) ao governo do Estado, inimigo, momentaneamente, do prefeito Artur Neto. No passado recente, Jaildo também já serviu aos propósitos de Artur.

(Com SIM&NÃO/PORTAL A CRÍTICA)

Roberto Brasil