Dendrofobia em Manaus

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As árvores do estacionamento do TJAM foram cortadas sem uma justificativa plausível

As árvores do estacionamento do TJAM foram cortadas sem uma justificativa plausível

Da Redação – Após todas as árvores do estacionamento do Tribunal de Justiça do Amazonas terem sido cortadas no último final de semana, a noticia começou a circular nas redes sociais alertando sobre a Dendrofobia (horror às árvores) em Manaus. O Blog da Floresta tentou obter esclarecimentos por parte da Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Sustentabilidade (Semmas) sobre os motivos que culminaram em tal ato, mas não tivemos exito.

A denúncia feita no último dia 10 é de autoria do cidadão Belisário Arze, quando o mesmo disse textualmente: “Prezados amigos, o Senador Jefferson Peres costumava dizer que nós, manauaras, sofremos de DENDROFOBIA, fobia de árvores. Olhem como está o estacionamento do TJ-AM. Cortaram TODAS as árvores”.

“Deve ser alguma mente privilegiada que pensou pela primeira vez: Cabe um carro no lugar de cada árvore, e, simplesmente, matou as espécies existentes naquele local. Deviam condenar o Tribunal a promover o replantio, na proporção de vinte plantadas para cada árvore derrubada. Só assim eles poderão aprender, de forma pedagógica”, opinou Wellington Paula e Sousa.

Para Beto Barbosa “é um absurdo fazer isso em Manaus. Um crime bárbaro numa cidade castigada pelo sol quente”.

Tereza Beatriz Oliveira Cesar disse “você devia ter fotografado as árvores cortadas pela Assembleia Legislativa do Amazonas quando foram construir os anexos, os moradores do murici chegaram a chorar e sabiam tanto do dano ambiental e moral que os tratores que derrubaram as árvores trabalhavam a noite pra ninguém acompanhar… e nem aconteceu nada, não estavam doentes e eram árvores centenárias e crioulas (naturais ) essas aí pelo menos não tinham mais de 15 anos pois já haviam sido plantadas na obra do prédio. ..o que também não justifica a derrubada…mas estamos no Brasil, infelizmente ainda vai levar um tempo para aprenderem sobre direitos e obrigações…”. (Mercedes Guzmán)

Roberto Brasil