Contas desaprovadas do deputado Bi Garcia começam a tramitar na Câmara de Parintins

By -
Dep. Bi Garcia

Dep. Bi Garcia

Da Redação – Agora é oficial. As contas julgadas irregulares e desaprovadas pelo Tribunal de Contas do Estado do Amazonas referente ao ano de 2008 de responsabilidade do ex-prefeito e atual deputado estadual Bi Garcia (PSDB) estão tramitando no Poder Legislativo de Parintins. O presidente Everaldo Batista (PROS) apresentou na sessão ordinária de terça-feira e deu ciência aos demais parlamentares sobre as contas. O documento foi primeiro lido em plenário pelo vereador secretário Juliano Petro Velho (PDT). Dos 11 vereadores, apenas os aliados de Bi Garcia, os vereadores Nelson Campos (PRTB) e Maildson Fonseca (PSDB), não compareceram à sessão, pois foram informados da leitura do documento.

No documento o TCE datado de 15 de abril de 2015, recomenda aos vereadores a reprovação das contas do atual deputado. “O trameti será feita de forma como manda o Regimento Interno.  A partir da leitura feita, o documento vai a Comissão de Orçamento da Casa que fará o procedimento necessário para analisar as contas do exercício de 2008”, disse o presidente Everaldo.

A vereadora Vanessa Gonçalves (PROS), presidente da Comissão, disse que o trabalho será de total transparência sobre o processo e prevê 30 dias para a conclusão dos trabalhos. “Vamos reunir com o colegiados. Não estou aqui para prejudicar A e nem B. A primeira ação será a notificação do ex-prefeito Bi Garcia. Essas contas foram reprovadas no TCE, mas enfim todos os vereadores terão tempo de verificar e colocar o ponto de vista. O ex-prefeito também terá amplo direito a defesa”, comentou Vanessa.

A contratação de funcionários fantasmas é um dos pontos exposto na prestação de contas reprovadas no TCE durante a gestão de Bi Garcia.

O deputado do PSDB em contato com o site afirmou haver conseguido recursos de Revisão em face do Acórdão 183/2012 – TCE – Tribunal Pleno, exarado nos autos do Processo nº 3830/2012, pondo efeito devolutivo. Ou seja que o processo retorne a TCE. (Hudson Lima)

Roberto Brasil