Conferência Estadual vai discutir discriminação, preconceito e cidadania para LGBT

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O Governo do Amazonas, por meio da Secretaria de Justiça, Direitos Humanos e Cidadania (Sejusc), realiza nos dias 26 e 27 de janeiro (terça e quarta-feira) das 8h às 17h, a 3ª Conferência Estadual de Políticas Públicas de Direitos e Promoção da Cidadania de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais (LGBT).

O encontro será no auditório da Divisão de Desenvolvimento Profissional do Magistério (DDPM) da Secretaria Municipal de Educação (Semed), na Rua Maceió, 200 bairro Parque Dez (Zona Centro-sul) e vai contar com representantes da sociedade civil e poder público dos municípios Manaus, Parintins, Eirunepé e Novo Airão.

O tema deste ano é “Por um Amazonas Livre de Discriminação e Preconceito: Promovendo a Cidadania de LGBT”, com objetivo de discutir propostas de trabalho de acordo com a realidade de cada município, propor diretrizes para a implementação de políticas públicas voltadas ao combate à discriminação e à promoção dos direitos humanos e cidadania do público-alvo.

Assuntos como o Sistema Nacional de Promoção da Cidadania e Enfrentamento à Violência contra a População LGBT, além de Segurança Pública, educação, cultura e comunicação em direitos humanos e o Marco Jurídico e Normativo quanto a violência e a seguridade social, também serão pautas de discussão. “São temas atuais e importantes que não podem deixar de ser discutidos, pois, fazem parte da vida dos LGBT, que são minoria e ainda sofrem com o preconceito e a discriminação, atitudes que incitam a violência e violam os direitos desse público”, explica a titular da Sejusc, Graça Prola.

As propostas escolhidas vão compor um relatório para ser levadas a Brasília (DF) e ser apreciado durante a etapa nacional da Conferência. Na ocasião, o Amazonas, será representado por 27 delegados, eleitos na estadual, sendo 20 da sociedade civil (12 do gênero feminino e oito do masculino) e sete pessoas que atuam no poder público.

A conferência é aberta ao público, porém, só poderão participar como observadores, ou seja, não vão votar e nem discutir propostas.

Mario Dantas