A CONCEPÇÃO DO DUDU SOBRE O “MODO MEDONHO DE GOVERNAR”

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Ademir-RamosLendo com atenção o “Programa de Governo: Amazonas 2014” do Dudu, um volumoso arquivo de propostas de ponta cabeça, chega-se a conclusão que ele vai inventar a roda. As suas propostas respaldam-se numa concepção czarista que se reduz no seguinte mando:

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“Ninguém deve esquecer que tudo o que há de verdadeiramente grande neste Estado não foi alcançado pelas forças de ninguém, mas representa o triunfo de um vencedor único. O êxito das parcerias e alianças partidárias já traz na sua origem o germe da corrupção futura. Na realidade só se concebem grandes obras capazes de causar verdadeiras mutações de elementos de ordem conceitual, quando resulta de combates titânicos de elemento isolados, nunca, porém, como empreendimentos coletivos e populares. A minha determinação é muito maior do que qualquer representação popular. Por isso, me permito sonhar e lutar projetando no espelho a minha imagem com todos os meus predicativos fazendo de mim o escolhido o ungido capaz de governar o Amazonas”.

O Dudu não quer ser eleito pelo povo ele quer ser ungido tal como as realezas do passado e assim se eternizar no poder como o Czar da Floresta movido pela síndrome dos ditadores que reduzem o poder de Estado aos seus apetites e caprichos. Veja a sua trajetória, examine o seu modo de governar e julgue você mesmo as pretensões deste jovem político que se fez nas barbas da ditadura.

A maior lição que o povo do Amazonas pode dar a esta vocação doentia em defesa do Estado de Direito é reprovar o nome do Dudu nas urnas, bem como toda a cambada que faz coro a este personalismo autoritário, achando-se agora mais e muito fortalecido por causa do aval do lulismo e a companheirada que tomou de assalto o Estado brasileiro, fazendo a farra do Mensalão, da Petrobras, entre outros crimes lesa pátria.

Depois das obras faraônicas construídas no mando do seu governo agora quer porque quer convencer o povo do Amazonas que só ele faz e acontece “prende e arrebenta” e diz que vai fazer de forma medonha, ameaçando a todos que contrariem os seus interesses e de suas corporações visando à manipulação do Erário Público.

Desta vez, o Dudu quer tomar de assalto o Estado e reunir desta vez os Alibabás e, em quadrilha implementar a construção dos Polos: Naval, Gasquímico, da Silvinita além das obras de infraestruturas, carreando bilhões de reais para a indústria da construção civil com extensão nacional e internacional de acordo com a especificidade das determinações do Czar dos Igarapés.

Mario Dantas