CMM avalia como positiva implantação da Faixa Azul

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Vários temas foram discutidos pela comissão, como as rotas dos ônibus na Constantino Nery

Vários temas foram discutidos pela comissão, como as rotas dos ônibus na Constantino Nery

Da Redação – Os primeiros resultados do projeto Faixa Azul foram positivos, segundo a reunião desta sexta feira (27) convocada pela Comissão de Transportes, Viação e Obras Públicas da Câmara Municipal de Manaus (CMM). Os titulares da Superintendência Municipal de Transportes Urbanos (SMTU), Pedro Carvalho, e o presidente do Instituto Municipal de Engenharia e Fiscalização do Trânsito (Manaustrans), Paulo Henrique, e 17 vereadores participaram.  A crítica foi por conta dos dados defasados da Prefeitura e aos quais não se tem acesso para formular um plano a futuro.

Dentre os temas debatidos está a modificação das rotas dos ônibus que circulam à direita na avenida Constantino Nery e de outras linhas do centro para outros terminais para ter mais fluxo. Para Paulo Henrique, do Manaustrans, este transporte está mais rápido e estimula ainda a outros a utilizar e foram respondidas nesta ocasião várias dúvidas e questionamentos dos vereadores.

Para o presidente da Comissão de Transporte da CMM, Rosivaldo Cordovil, a reunião foi positiva e teve boa participação dos vereadores desta casa.“Esta comissão continuará fiscalizando e acompanhando toda a implantação do BRS para o BRTE, da faixa azul, abrigos nos terminais e outros”, disse.

“As dificuldades acontecem. As faixas são implantadas em lugares congestionados, não é um projeto simples. O transporte precisa evoluir em beneficio de pessoas que precisam deste transporte público. Ônibus atende no mínimo cem pessoas enquanto o carro transporta às vezes duas pessoas”, explicou Pedro Carvalho da SMTU. Ele informou que houve aumento da velocidade dos ônibus melhorando o fluxo na Constantino Nery. Também avaliou como positivo o uso da faixa azul de ônibus.

Erros da Prefeitura

Para o vereador Waldemir José (PT) a Prefeitura está cometendo erros. “O estudo que contém os dados sobre os problemas da mobilidade urbana está apenas em mãos de poucas pessoas e na medida em que não se disponibiliza para outros não dá para fazer propostas ou soluções”, declarou o petista.

Para ele o estudo de 2005 não reflete o cenário de hoje nesta problemática e está defasado, e se houve uma atualização em partes não ajuda para elaborar um plano para o futuro. Por outro lado destacou a importância de contar com os Conselhos das Cidades para debater deste problema ligado a outros temas como habitação, escolas e outros. (Mercedes Guzmán – Foto: Divulgação)

Roberto Brasil