Centro de Combate às Queimadas no Amazonas dá início à operação na Região Metropolitana de Manaus

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Iranduba, Novo Airão e Manacapuru são onde estão concentrados os maiores índices de queimadas próximas à capital

Iranduba, Novo Airão e Manacapuru são onde estão concentrados os maiores índices de queimadas próximas à capital

O Governo do Estado por meio do Centro Integrado de Multiagências para o Combate às Queimadas no Amazonas (CIMAAM) está realizando uma grande operação de monitoramento, combate e fiscalização dos focos de calor na Região Metropolitana de Manaus.

O CIMAAM é formado pelo Instituto de Proteção Ambiental do Amazonas (Ipaam), Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema), Defesa Civil do Amazonas, Corpo de Bombeiros, Batalhão Ambiental e Polícia Militar.

As equipes vão se concentrar nas áreas de Iranduba, Novo Airão e Manacapuru, onde estão concentrados os maiores índices de queimadas próximas à capital. Mais de 100 pessoas devem entrar em campo nas mais diversas frentes de trabalho para conter as queimadas existentes e também coibir novos focos.

O CIMAAM tem como base a sede do Ipaam, e conta com o suporte de todas as gerências do órgão. Assim como também, tem acesso aos equipamentos de geoprocessamento da Sema, onde é possível receber, analisar e monitorar as imagens de satélites geradas pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), auxiliando as equipes em campo.

Ações no Sul do Estado – Já se antecipando à problemática das queimadas, o Ipaam realiza desde o início de setembro uma operação de fiscalização nos municípios de Humaitá, Lábrea, Manicoré e Apuí. A ação conta com o apoio do Batalhão Ambiental, Ibama e Polícia Militar.

Dados – Segundo informações do Inpe, no mês de setembro, a Amazônia Legal apresentou mais de 47 mil focos de calor. Desses, 5 mil foram registrados no Amazonas. As cidades mais afetadas são: Lábrea (595 focos de calor), Apuí (492), Boca do Acre (437), Manicoré (403) e Novo Aripuanã com 284 focos.

Roberto Brasil