ASEMM exige compromisso dos candidatos a Prefeitura de Manaus

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A Associação dos Servidores Efetivos do Município de Manaus (ASEMM) já reuniu com alguns dos nove candidatos à Prefeitura de Manaus, e discutiu com eles a proposta de implantação do Plano de Cargos, Carreira e Vencimentos (PCCV). Apenas o candidato da coligação “Somos Todos Manaus”, Silas Câmara (PRB), alegou que precisava analisar o documento juntamente com a sua assessoria jurídica.

Com o candidato a reeleição, Arthur Neto (PSDB), da coligação “Uma Só Manaus”, o encontro está agendado para hoje, 26. O candidato da coligação “Pra Manaus Vencer”, Henrique Oliveira (SD), se colocou à disposição dos servidores.

Em sua primeira reunião com os associados, acontecida na manhã de sábado, 24, na sede do Conselho Regional de Administração, a diretoria apresentou o conteúdo do PCCV. A discussão serviu para que cada servidor presente desse destaque aos artigos proposto pela diretoria.

Os destaques foram discutidos e anotados. Houve alguns impasses mas ficou acertado entre diretoria e associados que na próxima reunião todos os destaques serão esmiuçados, para melhor entendimento da categoria.

A questão de os destaques não serem de imediato acrescido ao documento se deve ao fato de a associação estar agendada com o prefeito e candidato Arthur Neto, para apresentar-lhe a proposta do PCCV.

O acertado na reunião é que a diretoria continue discutindo o projeto básico, assim como fez com os demais candidatos. Até dezembro próximo, a diretoria espera que o Plano esteja enxuto e concreto. E que a partir de janeiro o projeto já entre em pauta na Câmara Municipal (CMM).

Perseverança e Paciência                                                                                    

A ASEMM nasce com a insatisfação de servidores com função profissional em sua área de conhecimento acadêmico, em níveis médio e superior. “Foi muita paciência e perseverança para criarmos a ASEMM”, revela o presidente Lúcio Rocha.

Em seu primeiro discurso como presidente na reunião de sábado, Rocha destacou que os servidores necessitam de uma referência salarial, “pois do jeito que está não é possível trabalhar”.

“É o sentimento de mudança”, exalta ele, lembrando que a associação está criada, de fato e de direito, desde o dia 02 de julho passado. Nossa primeira bandeira é a implantação do PCCV”, destaca, enumerando que a entidade já conta com 200 associados. [Reportagem e foto: Jersey Nazareno]

Roberto Brasil