Aquathlon fará parte dos Jogos Escolares do Amazonas 2017

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Os Jogos Escolares do Amazonas (Jeas) acontece em 2017 no mês de julho e vai completar 40 anos. Muito mais amadurecida, a competição vai trazer novidades. Trata-se da implementação do Aquathlon (natação e corrida) na maior e mais importante competição estudantil do Estado, que é realizada pelo Governo do Amazonas.

A efetivação do Aquathlon numa competição a nível escolar, inclusive, faz parte de uma política da Fetriam, juntamente com a nova gestão da Confederação Brasileira de Triathlon (CBTri), em querer popularizar e disseminar cada vez a modalidade. A expectativa é que, desta forma, mais talentos possam ser revelados, atletas comecem a ser preparados e a safra renovada para as principais competições nacionais, bem como internacionais.

“Nosso Estado tem uma peculiaridade, onde a maioria das pessoas gostam e sabem nadar, devido nossa região ter muitos rios. Isso é algo que identificamos principalmente no interior, onde o Jeas atua. Assim, acreditamos que com este esporte inserido numa competição que chega a atingir quase dez mil pessoas e mais de 30 municípios, conseguiremos aumentar o número de praticantes e interessados no aquathlon, além de iniciar um trabalho a nível nacional com a CBTri”, destacou Antonio Neto.

Para o secretário Fabricio, a nova modalidade demonstra como os Jogos Escolares é uma competição que está sempre preocupada em se reciclar, mas principalmente oferecer novos horizontes aos estudantes-atletas. “Uma novidade sempre chama atenção e desperta interesse. Por isso, acredito que haverá muita procura por parte dos nossos atletas em relação ao esporte. Acredito, até, que a maioria que só participava da natação ou da corrida, vai se esforçar para unir as duas modalidades e competir no aquathlon. Implementar este novo esporte é uma forma de força-tarefa para fazer do aquatlhon uma modalidade tradicional no Amazonas e no País inteiro”, destacou.

Coordenadora geral do Jeas e presidente da Federação Amazonense Universitária de Desporto(Faud), Lilian Valente, acredita que a adoção do aquatlhon na competição amazonense vai servir de referência para que outros estados tambem empreguem o esporte em suas diversas competições locais.

“Quando a gente valoriza um esporte, e mostra resultados positivos, que com certeza teremos; as pessoas, gestores e próprios atletas, voltam os olhos para aquela determinada modalidade. É um efeito natural e que vai fazer o aquatlhon crescer. Estamos trabalhando em conjunto, Sejel, Faud, Fetriam e CBTri, e tenho certeza que a procura e expressão no Jeas 2017 por esta modalidade, vai superar todas as nossas expectativas. Há tempos eu já ouvia este pedido por parte dos nossos estudantes-atletas, e agora isso vai se tornar real e teremos muitos frutos a colher”, frisou Lilian.

Roberto Brasil