Amazonas voltará a gerar emprego e renda, garante Eduardo

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A questão do desemprego em Manaus será combatida com ações imediatas, avisa Eduardo Braga, candidato ao governo do estado pela coligação “União pelo Amazonas”. O primeiro passo, avisa ele, será retomar as mais de 60 obras paralisadas há pelo menos sete anos. “Essas obras vão resultar num arranjo produtivo que gerará não somente emprego na obra em si, mas também na produção dos insumos, do material de construção, transporte etc”, explica o candidato, acrescentando que suas propostas são claras.

De acordo com Eduardo, também se conseguirá mais empregos baixando o Imposto de Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) da cesta básica como fez da outra vez em que foi governador do Amazonas. “Coloquei 1% de ICMS na cesta básica. Isso significa dizer que o feijão vai ficar mais barato, assim como o arroz, gás de cozinha… E vamos tirar o adicional que colocaram no ICMS da gasolina e do óleo diesel.”

Segundo o candidato, tomando essas medidas o custo de vida ficará mais baixo e, automaticamente, a população poderá consumir mais. “Consumindo, a pessoa estará gerando emprego seja no comércio, produção, agricultura, seja no transporte, seja na indústria. Também vamos gerar mais empregos fazendo uma nova política de incentivos fiscais para o polo industrial no que diz respeito aos benefícios estaduais.”

Eduardo acredita que os planos dele e de seu vice, Marcelo Ramos, detalhados no plano de emergência, ajudarão a retomar os empregos, por exemplo, no polo de duas rodas, onde perdeu-se mais de 50% da mão de obra.

“No meu governo, a Moto Honda tinha quase 11 mil trabalhadores. Hoje esse número está em 5,4 mil e não foram baixados os impostos estaduais para que aumentasse a competitividade. Na nova lei de incentivos fiscais que estamos propondo, criaremos condições para atrair investidores para o Amazonas, responsáveis por artigos que hoje não produzimos na Zona Franca”, detalha o candidato.
 
ZONA FRANCA VERDE

O interior do estado também será beneficiado com a volta da Zona Franca Verde, tranquiliza Eduardo. “Avançaremos com a distribuição de sementes e compra da merenda escolar diretamente dos produtores locais. Também temos projetos para as áreas da mineração e do manejo florestal madeireiro. Assim, começaremos a gerar emprego na indústria da transformação, fundamental para que possamos começar a gerar emprego e renda”, garante.

No último ano, segundo dados divulgados pelo Ministério do Trabalho e Emprego, o Amazonas perdeu por volta de 31 vagas de trabalho. Essa queda ocorreu apesar de em setembro de 2016 ter sido registrada a geração de 435 vagas de trabalho com carteira assinada, conforme informações do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged).

Já a construção civil amarga o título de setor que mais fechou vagas de trabalho, com 308 postos encerrados no total. Apesar dessa baixa, em maio a indústria de transformação gerou 681 novos empregos no estado, reflexo da demanda de fim de ano.

*Com informações da assessoria

Roberto Brasil