Amazonas tem 400 hectares de lixões e aterros, aponta Luiz Castro

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“O risco de epidemias por doenças de veiculação hídrica que devem ser consideradas”, destacou Castro

No Amazonas existem aproximadamente 395,95 ha de áreas degradadas por lixões e aterros. Desse total constatou-se que 16,67% (66 ha) correspondem ao aterro licenciado (Manaus), 5,07%, (20,09ha) correspondem a aterros controlados (Boca do Acre e Tefé) e 78,26% (309,86 ha) correspondem a lixões a céu aberto.

As informações foram apontadas pelo deputado estadual Luiz Castro (Rede), presidente da Comissão de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (Caama) da Assembleia Legislativa (Aleam) durante o I Simpósio de Resíduos Sólidos, que aconteceu nesta semana, em Manaus.

“As consequências da destinação final de resíduos em áreas sujeitas a possíveis alagações são inúmeras, além da degradação ambiental, o risco de epidemias por doenças de veiculação hídrica que devem ser consideradas”, assinalou o parlamentar.

Com a palestra reciclagem e sustentabilidade, o parlamentar da Rede falou também da Ordem de Prioridade para gerenciamento de resíduos sólidos: a Não geração (ausência de fabricação ou uso de supérfluos); Redução (usar menos); Reutilização; Reciclagem e Disposição Adequada – destinação ao que não podemos reciclar.

“No quesito Tratamento, atualmente, não há nenhum aterro sanitário verdadeiro no Amazonas. O de Manaus, é mais ou menos controlado, o que não substitui a necessidade de fazer de cada um fazer seu dever de casa em casa, de separar os resíduos, retirar os excessos e os supérfluos”, afirmou Luiz Castro.

Roberto Brasil