Aleam aprova PL de Ricardo Nicolau que reforça primeiro aleitamento

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Dep. Ricardo Nicolau

Dep. Ricardo Nicolau

As ações de incentivo ao primeiro aleitamento deverão ganhar reforço nas maternidades estaduais. Este é o objetivo do Projeto de Lei nº 188/2015, de autoria do deputado estadual Ricardo Nicolau (PSD), aprovado por unanimidade no plenário da Assembleia Legislativa do Amazonas (Aleam), durante votação realizada na última quinta-feira (9). A proposta segue para a sanção do governador. 

O texto da Lei determina que as unidades administradas pela Secretaria de Estado da Saúde (Susam) criem programas e atividades específicas para orientar e incentivar as mães, especialmente as de primeira viagem, no processo de amamentação do recém-nascido. Para o deputado Ricardo Nicolau, o acompanhamento profissional é fundamental para a saúde tanto das mães como dos bebês.

“A nossa meta é que a prática diária das maternidades seja favorável ao primeiro aleitamento, com profissionais que orientem as mães corretamente”, explica o parlamentar. “A amamentação é um dos passos mais importantes na construção do vínculo da criança com a mãe. Um direito que deve ser promovido dentro das melhores condições possíveis.”

Benefícios 

Com a Lei em vigor, a expectativa do deputado é de contribuir para o aumento dos índices de aleitamento materno em todo o Estado. Ricardo Nicolau destaca que a Organização Mundial de Saúde (OMS) recomenda que as crianças, desde o nascimento aos seis meses de vida, devem ser alimentadas exclusivamente com leite materno.

“A importância do leite materno está comprovada pela comunidade científica. Além de fonte de alimentação do bebê, o leite materno previne contra infecções e reduz os riscos de desenvolvimento de doenças crônicas na vida adulta, como por exemplo a diabetes e hipertensão”, pontua o parlamentar.

Para a saúde das mães, o deputado destaca que o primeiro aleitamento serve como prevenção ao empedramento do leite e até ao câncer de mama. “Outro benefício é que o primeiro aleitamento ajuda o útero da mãe voltar ao tamanho normal. As chances de uma nova gestação também caem porque o processo de amamentação inibe a ovulação da mulher”, complementa Ricardo Nicolau.

Roberto Brasil