ADS discute manejo e comercialização de abacaxi em Novo Engenho

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ads-novo-engenho1Produtores de abacaxi da região de Novo Engenho (Itacoatiara), a 190Km de Manaus, estiveram reunidos com a equipe técnica da Agência de Desenvolvimento do Amazonas (ADS) e da Secretaria Estadual de Educação (SEDUC) para avaliar parte da produção de abacaxi destinado ao Programa de Regionalização da Merenda Escolar (PREME). A região é fornecedora de aproximadamente 450 toneladas de fruto e 100 toneladas de polpa de frutas por ano. 

Participaram da reunião os técnicos da ADS, engenheiros agrônomos, o  chefe de departamento, Marcos Petillo, o gerente Charlles Osawa, a supervisora Elke Gondim, a Profa. Socorro Guedes, gerente de logística da SEDUC e os cooperados da ASCOPE (Cooperativa de Produtores Rurais da Comunidade Sagrado Coração de Jesus do Paraná da Eva) liderados pelo presidente Raimundo Mauricio Freitas. Eles discutiram sobre os principais gargalos referentes ao processo da cadeia produtiva do abacaxi,  entre eles: a logística e armazenamento, a comercialização e principalmente o controle fitossanitário da cultura, visando uma melhor qualidade final dos produtos à mesa dos estudantes.

ads-novo-engenho2Os cooperados relataram como funciona a cadeia produtiva, as dificuldades encontradas no processo produtivo e as perspectivas futuras de comercialização, principalmente com a criação da Central de Abastecimento da Agricultura familiar, recentemente inaugurada pelo governo do Estado que poderá consumir grande parte da oferta de produtos.

“É mais uma opção de comercialização para os nossos produtos, além disso, estamos buscando novas possibilidades de diversificação da nossa produção que coincide justamente com a proposta da ADS que sempre nos apoiou na comercialização de nossa produção”, destacou o presidente da Ascope.

A professora Socorro Guedes enfatizou a importância do Programa da Merenda Escolar para a região e a necessidade do comprometimento dos principais atores envolvidos no processo que são os produtores rurais. Os técnicos da diretoria de Negócios Agropecuários da ADS destacaram que a reunião foi bastante produtiva. “Estamos promovendo a rastreabilidade do processo de produção do abacaxi, buscando a aproximação entre os produtores e consumidores, gerando a interação entre início e final da cadeia,” destacou Marcos Petillo.

“Buscamos uma produção integrada desta cultura, principalmente quando se trata não só de viabilidade econômica, mas também de saúde humana, proteção ao meio ambiente e segurança alimentar,” frizou Charlles Osawa.

Roberto Brasil