A CRISE E O GOLPE DO PT CONTRA A NAÇÃO

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Ademir-RamosO fato político que ameaça o bem-estar dos brasileiros é a crise resultante de um processo de gestão marcado pela irresponsabilidade do governo LuLa-Dilma chefiado pelo PT, com aval da bancada aliada do PMDB, PP, PCdoB, entre outros partidos aliançados, que direta ou indiretamente também “mamaram” e continua ‘mamando” nas tetas da República. O fato mais escandaloso é o rombo na Petrobras que, segundo as investigações em curso somam mais de 6 bilhões de reais, impactando diretamente no processo produtivo e de tabela deixa também de fazer novos investimento na indústria nacional, gerando desemprego em massa e por consequência a fome geral indutora também dos Movimentos de Desobediência Civil, a lutar pela vida e pelos Direitos Sociais. O golpe do PT e de seus comparsas é marcado pela complexidade de uma “mente brilhante” focada unicamente para o mal, acreditando ideologicamente que “o fim justifica o meio”, transformando a política e os partidos em ferramentas para o crime de toda ordem, em particular a corrupção, que têm vários tentáculos dentro e fora do governo, como bem tem comprovado o Ministério Público Federal na operação Lava a Jato.

O GOLPE PETISTA: Em política golpe é conceitualmente definido como um ato que contraria a estrutura legal e legitima de um governo democrático. Este ato quase sempre é tramado e executado por um grupo centrado na força quase sempre movida por intensa propaganda ideológica orientada por interesses privados visando à apropriação do Estado para fins contrários ao interesse público nacional. O Lula, que é sem dúvida uma liderança carismática se fez líder nacional por catalisar através das lutas sindicais as reivindicações dos trabalhadores do ABC contra a ordem do governo da ditadura. Mas, para ampliar ainda mais o grito dos trabalhos do ABC, o PT foi criado e à época contou com apoio de todos que lutavam contra a ditadura e apostavam na possibilidade da Democratização do País marcada por “batismo de sangue”. Dito e feito, no entanto, “as mentes brilhantes do partido”, aproveitando-se do aval popular e das lacunas do sistema eleitoral, resolveu criar uma máquina do crime, transformando o PT numa plataforma da corrupção, instituindo um sistema complexo em rede nacional e internacional reduzindo a Petrobras, a maior empresa nacional, em âncora do crime, retroalimentando os “chefões” não só do PT, como também da base aliada do governo petista no Congresso Nacional.

O GOLPE E O IMPACTO NAS POLÍTICAS PÚBLICAS: A corrupção é uma praga tanto na província como na metrópole. O Golpe Petista afronta não só a legislação eleitoral, mas, sobretudo, a vontade popular, que selou nas urnas o seu voto a favor das propostas de LuLa-Dilma, pra depois ser informado pelo chefão do partido, que “fizemos coisas erradas”. Não, não se trata de um erro usual, o que está em juízo é a própria violação da gramática política que o PT rasgou afrontando a Nação e os preceitos constituídos, colocando a prova as nossas Instituições Democráticas com relevância ao legislativa e, em particular, a Justiça Federal do Paraná com louvor ao Ministério Público Federal e as manifestações populares a se multiplicar por todo o País. O erro identificado pelo chefão Lula é o que chamamos popularmente de desgoverno ou quem sabe “crime de responsabilidade” e para justificar tal ato não vale o chefão alegar que tal prática é recorrente nos demais partidos. Nada justifica a corrupção porque ela tira da boca da criança o pão da merenda escolar, a melhor educação, a melhor saúde, a cultura, a ciência, a moradia, a segurança e demais serviços públicos de qualidade que o Estado deveria oferecer a Nação. Na verdade, segundo o ministro do Tribunal de Contas da União Augusto Nardes, relator do processo que recomendou a reprovação das contas do Governo Petista referente a 2014, afirmou que não “havia pedaladas fiscais” antes do Governo Petista – havia desvios, mas não de forma absurda. O relatório do ministro apontou graves irregularidades fiscais somando R$ 106,4 bilhões, incluindo cerca de 57 bilhões em “pedaladas fiscais” com bancos públicos e também outras ilegalidades como abertura de crédito sem aprovação do Congresso Nacional. O legado Petista tem sido muito mais de crime e desgoverno do que da prosperidade como sonhamos juntos numa perspectiva histórica, democrática e popular.

O QUE FAZER – EIS A QUESTÃO: Seja na escola, em casa, no trabalho, na rua e na praça todos reclamam da imoralidade política que assola o nosso País. Alguns mais exaltados passam a “surrar todos os políticos”, dizendo que eles são farinhas do mesmo saco. Tira a Dilma e bota outro e a m… vai continuar. Outros mais afoitos passam a defender a impunidade: Ora, se eles fazem porque a gente não pode fazer. O fato é que quando se trata de política joga-se muita pedra no outro e não percebemos que nós somos a força, o alicerce que sustenta este edifício político que no momento está ameaçado. Tudo bem, se somos de fato a força porque não operamos a favor da mudança, participando das manifestações populares, das discussões na perspectiva de se buscar uma saída legal e legítima em defesa do nosso bolso e da nossa qualidade de vida. Não, continuamos calado com o salário valendo menos devido à inflação alta, maltratados nas filas dos serviços públicos, sofrendo que nem um cachorro pirento, quando muito chora sozinho a espera talvez de um “milagre” de ver as coisa melhorarem de uma hora para outra.

O certo é que a política parece com um jogo que devemos jogar juntos, organizados na forma de um time, focando unicamente no fim que é o gol – o bem estar de todos – é claro, que nesse processo de formação vamos deparar com determinado “jogador ou jogadora” que faz muita firula, querendo aparecer mais que o time. Nesta hora é necessário que a direção da organização, do movimento e do time, com aval de todos os participantes chame o cidadão a responsabilidade para o cumprimento do seu dever. Em não cumprindo com sua responsabilidade, ele peça para sair ou será afastado de acordo com as tratativas que foram feitas. Todas estas medidas são necessárias e justas para assegurar a unidade do time ou da Nação de forma soberana, garantindo a superação da crise com governabilidade e controle social numa perspectiva sustentável baseado numa economia horizontalizada com trabalho, educação, terra e pão.

Roberto Brasil